Viva, que o ano de 2023 seja de muitas realizações, na graça e misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo!!
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Lei em benefício da Casa da Memória é sancionada pelo Governo do Estado
A
lei autoriza a destinação de recursos financeiros para auxiliar no funcionamento
do Instituto, algo inédito para a Casa da Memória e marcante para a cultura e a
história do RN.
O
aporte financeiro será fundamental para a manutenção da instituição cultural
mais antiga do estado, que se mantém através de doações e venda de livros.
Esta
ação finaliza orgulhosamente um ano de muito trabalho, esforço e dedicação
contínuos da presidente Joventina Simões, dos colaboradores da instituição e de
seus membros.
O
Instituto - 120 anos
Fundado
em 1902, o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte completou
120 anos em 2022. É a mais antiga instituição cultural potiguar. Abriga a
biblioteca, o arquivo e o museu mais longevos em atividade do Estado. Promove
exposições, palestras e atividades voltadas à manutenção e divulgação da
cultura, história e geografia norte-rio-grandense, e publica a sua revista
desde 1903, sendo a mais antiga em circulação no Rio Grande do Norte.
Marcela
Bulhões e Gustavo Sobral/Assessoria de Comunicação
Foto:
Sandro Menezes
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A invenção contém como ativo um insumo vegetal obtido das cascas do caule de Commiphora leptophloeos, conhecida popularmente como imburana
Uma formulação farmacêutica e cosmética inovadora, na forma de hidrogel, teve o pedido de patente depositado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) no mês de novembro por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A invenção contém como ativo um insumo vegetal obtido das cascas do caule de Commiphora leptophloeos, conhecida popularmente como imburana, uma espécie nativa da Caatinga e do Cerrado, dois dos biomas brasileiros.
Coordenadora
da equipe de pesquisadores, Silvana Maria Zucolotto Langassner identifica que o
insumo ativo foi obtido a partir de um subproduto da espécie, visto que a
madeira do caule é amplamente utilizada na indústria moveleira para a confecção
de portas, janelas e móveis. Zucolotto realça que a nova tecnologia apresenta
aplicação na área da saúde, mais especificamente no tratamento de infecções
fúngicas causadas por fungos do gênero Candida.
“Nós
testamos a formulação em modelos experimentais pré-clínicos in vitro de
infecção causada por fungos do gênero Candida e in vivo em modelos de
inflamação aguda tópica. Em ambos os casos, os testes apresentaram atividades
antifúngicas e anti-inflamatórias satisfatórias, sendo notificada a inibição de
células fúngicas isoladas de fluidos vaginais, como também na redução dos
edemas locais. Além disso, os insumos se mostraram seguros com baixa
citoxicidade”, explica a professora do Departamento de Farmácia da UFRN. A
cientista acrescenta que esse resultado ocorre também pois os insumos ativos
usados foram desenvolvidos sem a adição de solventes tóxicos, obedecendo aos
preceitos da química verde.
O
fungo Candida se aloja comumente na área genital, provocando coceira, secreção
e inflamação na região, com sintomas que remetem à infecção candidíase.
Usualmente, o micro-organismo vive normalmente no corpo sem causar danos, mas,
em situações de desequilíbrio, aumenta a população e passa a ser danoso. Esses
fungos gostam de ambientes quentes e úmidos, por isso se proliferam em pontos
com dobras no corpo ou espaços do corpo que são mais propensos ao acúmulo de
umidade.
Renato
Dantas De Medeiros, autor da tese de doutorado que resultou na nova tecnologia,
tendo participado da obtenção e desenvolvimento do insumo, desenvolvimento e
caracterização da formulação e avaliação da atividade antifúngica, fala que o
uso de plantas para o tratamento tópico de doenças vaginais, como a candidíase,
e de distúrbios da pele se mostra altamente promissor, visto que apresentam
potente efeito terapêutico, menos efeitos adversos e independência na produção
da matéria-prima em território brasileiro, desde o cultivo até o produto que
será comercializado.
Atualmente
realizando estágio doutoral na Universidad Complutense Madrid, na Espanha, com
bolsa pelo Programa Capes PrInt, Renato frisa que, em relação à composição de
Commiphora leptophloeos, destaca-se a presença de metabólitos especializados,
como ácidos fenólicos, flavonoides glicosilados e lignanas, substâncias
relacionadas com as atividades terapêuticas da espécie. Especificamente a casca
do caule da imburana é considerada um subproduto proveniente das indústrias
moveleiras, logo, esse resíduo poderia ser reaproveitado como matéria-prima
vegetal para o desenvolvimento de novos produtos de valor agregado, que podem
ser empregados por indústrias farmacêuticas ou cosméticas.
Segundo
o estudante do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Inovação
Tecnológica em Medicamentos (PpgDITM), somado a todos esses aspectos, “tem-se o
fato de que até o momento não tem nenhum insumo, cosmético ou fitoterápico,
registrado na Anvisa que contenha como princípio ativo o extrato da casca do
caule de C. leptophloeos. Por fim, desenvolver insumos com plantas nativas do
Brasil pode contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva nacional e diminuir
a dependência do Brasil em relação a outros países”, destaca.
O
pedido de patente é fruto de parceria da UFRN com a Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita Filho e contou com a colaboração também de Guilherme
Maranhão Chaves e de Luanda Bárbara Ferreira Canário de Souza, ambos na
avaliação da atividade antifúngica, e de Marlus Chorilli, este colaborando no
desenvolvimento da formulação.
Protótipo
Atualmente
atuando como professora visitante sênior na North Carolina State University, no
Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, Silvana Langassner situa que o
invento está, após a comprovação da ação antifúngica e anti-inflamatória, por
meio de estudos pré-clínicos, em fase de um protótipo. O projeto de pesquisa
está sendo desenvolvido no Laboratório de AFarmacognosia, junto ao Grupo de
Pesquisa em Produtos Naturais Bioativos (PNBio).
“O
pedido de depósito de patente é relevante porque permite a proteção de uma
invenção. É também gratificante ver o resultado de uma invenção desenvolvida em
uma universidade pública do Brasil, com uma espécie nativa, que pode viabilizar
o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva do produto acabado em solo
brasileiro e diminuir a dependência do Brasil da importação de insumos vegetais
de outros países”, realça a docente.
O
depósito do pedido de patente é uma forma de reconhecimento do esforço
inventivo e, por isso, garante ao seu proprietário direitos exclusivos sobre a
invenção. Ele é uma propriedade temporária, legalmente concedida pelo Estado,
sobre uma invenção ou modelo de utilidade, formado por um conjunto de
procedimentos sequenciais, por meio dos quais o requerente dá entrada no pedido
de obtenção de direitos sobre uma criação que pode ser produzida
industrialmente. No Brasil, o órgão responsável é o Instituto Nacional de
Propriedade Industrial (Inpi). O processo, após o depósito de patente feito
pelo requerente, consiste na análise do pedido de registro e na concessão do
direito, caso haja conformidade do pedido com os requisitos formais e legais.
Como
efeito colateral, a partir da proteção da autoria intelectual, a ideia é que
aconteça o incentivo aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Pensando
nisso, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) criou em 2022 a sua
primeira Política de Inovação, a qual estava prevista no Plano de
Desenvolvimento Institucional 2020-2029 (PDI) já com a perspectiva de se
estruturar em quatro eixos norteadores: disseminação da prática da inovação e
do empreendedorismo, estratégias de fortalecimento da propriedade intelectual,
transferência de tecnologia e inovação no ensino.
Uma
história que não se apaga
No
início do processo para depositar a patente, uma notícia inesperada chegou até
os inventores. A partida de Luanda Bárbara Ferreira Canário de Souza, aos 34
anos, surpreendeu não apenas pela idade, mas pela perda de uma pessoa que se
caracterizou sobretudo pela capacidade de encontrar alternativas em meio a
problemas.
Graduada
em Farmácia, mestre e doutora em Ciências Farmacêuticas, todos os títulos
obtidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Luanda era técnica de
laboratório da Instituição, professora do ensino superior do Centro
Universitário Facex e professora adjunta do Centro Universitário Natalense. Em
sua homenagem, as equipes do Centro de Ciências da Saúde (CCS) fizeram questão
de frisar que “Luanda sempre foi uma funcionária muito comprometida, proativa e
querida por todos”, com o período de convivência marcado também pelo
desenvolvimento de pesquisa com excelência na área de micologia e imunologia,
além da atuação em diversas ações de extensão na UFRN.
Na foto/cedida, Renato
mostra protótipo da formulação.
Wilson
Galvão, da Assessoria de Comunicação da Agência de Inovação da Reitoria/UFRN
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No
sábado (24): 16h, 18h e 20h – esta última presidida pelo Arcebispo
Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha.
No
domingo (25), as celebrações vão ser realizadas às 07h, 11h e 19h. No dia 31 de
dezembro, também haverá três celebrações: 16h, 18h e 20h. Já no dia 01 de
janeiro, vai acontecer somente as missas das 11h e 19h.
Também
haverá celebração de missa no Anfiteatro do Campus da Universidade Federal do
Rio Grande do Norte (UFRN), nos dias 24 e 31 de dezembro, às 18h, ambas
presididas por Dom Jaime.
Nas
igrejas das demais paróquias:
Para
conferir os horários das celebrações nas Igrejas matrizes das demais paróquias
da Arquidiocese, acesse aqui o arquivo.
Site
da Arquidiocese de Natal
imagem
relacionada à divulgação
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A
Revista IHGRN é a mais antiga em circulação no estado, desde 1903, e o tema da
edição é a Questão de Grossos que deu ensejo à fundação do Instituto. Os
artigos foram selecionados por uma comissão e escritos por historiadores e
pesquisadores do Rio Grande do Norte.
O
pré-lançamento é exclusivo para a diretoria, sócios e autores, tendo início às
9h. Para 2023, a instituição prepara um grande lançamento para público em data
a ser divulgada pela Comissão de Eventos coordenada por Nouraide Queiroz. A
revista também será distribuída para bibliotecas e instituições locais,
nacionais e internacionais como de costume.
A
edição
A
revista, a partir deste número 100, por iniciativa da presidente da
Instituição, Joventina Simões, passou a contar com três editores, o jornalista
e sócio benemérito Gustavo Sobral, responsável pelo projeto editorial e
gráfico; o diretor do Departamento de Pesquisa, André Felipe Pignataro; e o
Diretor de Biblioteca, Arquivo e Museu, Pedro Simões.
Acompanha
a edição, uma coleção de mapas do estado em diversos momentos de sua história.
Destaque para o mapa presente na capa que recebeu tratamento especial da
designer da revista, Amanda Marques, também responsável pelo novo desenho da
edição com o aprimoramento do projeto editorial, que recupera o formato e o
desenho traçado para a revista em 2016, edição 95, por Joventina Simões e
Gustavo Sobral. A produção gráfica ficou ao encargo do excelente trabalho da
Offset Gráfica de Ivan Jr.
Patrocínio
A
edição foi viabilizada por patrocínio da Casa de Saúde São Lucas pelo programa
de incentivo à cultura da Prefeitura do Natal, Lei Djalma Maranhão, e contou
com a competente produção de Mariana
Hardi, produtora cultural.
O
Instituto Histórico agradece a Casa de Saúde São Lucas e a Secult/Funcarte da
Prefeitura do Natal pelo comprometimento com a atividade cultural e o interesse
pela propagação da memória e história, valorizando o papel, atuação e
importância do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, a
instituição cultural mais antiga em atividade no RN.
O
Instituto - 120 anos
Fundado
em 1902, o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte completou
120 anos em 2022. É a mais antiga instituição cultural potiguar. Abriga a
biblioteca, o arquivo e o museu mais longevos em atividade do Estado. Promove
exposições, palestras e atividades voltadas à manutenção e divulgação da
cultura, história e geografia norte-rio-grandense, e publica a sua revista
desde 1903, sendo a mais antiga em circulação no Rio Grande do Norte.
Marcela
Bulhões e Gustavo Sobral/Assessoria de Comunicação
comunicacao@ihgrn.org.br
imagem relacionada à divulgação
©2022 www.AssessoRN.com | Jornalista João Bosco Araújo - Twitter @AssessoRN | Instagram: www.instagram.com/assessorn/Os números já ultrapassam os da pré-pandemia
Já
na primeira quinzena do mês de dezembro do ano corrente, o número de turistas e
visitantes já ultrapassa os números de pré-pandemia e também se iguala ao
número total de visitantes do ano de 2021 inteiro.
Os
dados, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA),
mostram que em 2019, o equipamento recebeu 301.626 mil visitantes; enquanto que
em 2022, até o dia 18 de dezembro, já foram recebidos 302.280 visitantes.
Para
a gestora do Cajueiro, Marígia Madje, o incremento no número de visitantes
reflete o trabalho feito pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte e
parceiros. “As pessoas que não desistiram dos seus pacotes, no momento em a
pandemia arrefeceu voltaram a viajar. Devido ao trabalho realizado durante a
pandemia, estávamos prontos para receber esse turista ávido por novas
experiências”, afirma.
Para
a secretária de Turismo do Estado, Aninha Costa, o trabalho de promoção e
divulgação com foco em campanhas digitais fortaleceu a marca Visite Rio Grande
do Norte em mercados emissores estratégicos. “Realizamos um trabalho de tomada
de decisões baseadas em inteligência comercial, que fortalece o destino e o
trabalho de todos os parceiros”, conclui.
Cajueiro
O
Cajueiro de Pirangi é aberto todos os dias da semana, das 8h às 17h. A entrada,
que custa R$8,00, pode ser paga também com cartão de crédito, débito e Pix. (no
dia 20/12 a entrada será gratuita). Crianças de 7 a 12 anos, pagam
meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira
comprobatória.
Por
Comunicação Emprotur
assecomemprotur@isend.com.br
Imagem
relacionada à divulgação
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Pitadas de girassol na engenharia mecânica
Por Wilson Galvão –
AGIR/UFRN
Ele
foi produzido a partir de óleo de girassol epoxidado, diminuindo os impactos
ambientais do lubrificante no uso e no descarte. O processo de epoxidação
consiste de diversas reações, que ocorrem em fases líquidas distintas, com
transferência de massa entre as fases. Segundo Salete Martins Alves,
coordenadora da equipe que desenvolveu a nova tecnologia, o diferencial do
produto é o processo de formação das nanopartículas que garantem a dispersão no
óleo. No caso, o nanolubrificante criado é preparado, por exemplo,
utilizando-se óleo de girassol epoxidado aditivado com nanopartículas de cobre
metálico, estas últimas depositadas no lubrificante pelo método sputtering.
“Na
preparação dos nanolubrificantes, um grande desafio é garantir a dispersão das
nanopartículas por muito tempo, que, devido ao seu tamanho e alta área
superficial, tendem a se aglomerar. Muitas vezes, por não estarem completamente
dispersas no lubrificante, as nanopartículas não atuam como aditivos antiatrito
e antidesgaste, mas funcionam como um terceiro corpo. Com a deposição via
magnetron sputtering, método usado neste invento, as nanopartículas são
formadas dentro do óleo a partir de um alvo de cobre. O resultado foi uma
excelente dispersão, pois, após seis meses, não se observou sedimentação das
nanopartículas”, explica a professora da UFRN.
Assim,
o método físico de deposição por sputtering corresponde a uma maneira de
superar o problema da dispersão das nanoparticulas diretamente no óleo
biolubrificante e, com o controle de parâmetros, viabiliza uma rota de obtenção
de uma solução estável, com aditivos bem dispersos.
Com
essa nova forma de processamento, acontece a eliminação de algumas etapas no
processo de fabricação do produto, já que, pelo método convencional,
preparam-se as nanopartículas, enquanto que a segunda etapa se faz um
“encapamento” com um agente tensoativo e posteriormente a dispersão em óleo, usando
algum solvente orgânico. Salete Alves explica que esse processo, além de
diversas etapas, utiliza diferentes produtos químicos, gerando resíduos
químicos. Na deposição por magnetron sputtering, os únicos materiais são o óleo
e o alvo de cobre, o qual é “bombardeado” e libera íons de cobre que penetram
na superfície do líquido e se tornam nanopartículas de cobre. “Esse processo é
rápido e mais limpo quando comparado com o tradicional”, frisa.
Óleos
modificados quimicamente são importantes, pois podem melhorar suas propriedades
físico-químicas, ou seja, uma reação de epoxidação pode melhorar de uma forma
bem significativa a estabilidade térmica, aumentar a coesão e a aderência e
reduzir a acidez. Esses aspectos influenciam diretamente na durabilidade e
eficiência de engrenagens e outros conjuntos mecânicos fundamentais em máquinas
diversas. Geralmente, as avarias mecânicas devem-se ao desgaste produzido por
uma má lubrificação ou quando os componentes são submetidos a grandes esforços.
Marinalva
Ferreira Trajano, uma das inventoras e que, na época do pedido da patente, no
ano de 2018, era doutoranda no Programa de Pós-graduação em Engenharia
Mecânica, pontua que os lubrificantes são uma parte essencial para o bom
funcionamento de máquinas. Segundo ela, os líquidos são os mais utilizados pelo
fato de penetrarem melhor entre as partes móveis devido à ação hidráulica. Ela
salienta que, entre eles, os óleos sintéticos e minerais são os mais
utilizados, embora sejam provenientes de fontes não renováveis e possam não ser
viáveis ambientalmente.
A
tendência atual é que, por questões ambiental e de eficiência, os óleos
vegetais se coloquem como candidatos promissores para substituir óleos
sintéticos e minerais. Uma outra vantagem da utilização de óleos vegetais é que
eles são abundantes, de baixo custo e biocompatíveis. Devido às crescentes
preocupações com o meio ambiente, óleos vegetais e novos aditivos inorgânicos
têm se revelado uma alternativa adequada, uma vez que são biodegradáveis e não
tóxicos. “Especificamente sobre nosso produto, já fizemos algumas amostras do
lubrificante, que foram avaliadas e mostraram excelente propriedade antidegaste
e atrito”, salienta Marinalva Trajano, hoje pós Doutoranda em Uso Sustentável
de Recursos Naturais (PpgUSRN) no Instituto Federal de Educação do RN (IFRN).
A
concessão da patente para o novo produto recebeu o nome Nanobiolubrificante de
óleo de girassol epoxidado aditivado com nanopartículas de cobre depositadas
por pulverização catódica e ocorreu na última terça-feira, 20. Isso significa
que, após análise do instituto nacional da propriedade industrial (Inpi), a
tecnologia atendeu aos princípios de novidade, atividade inventiva e aplicação
industrial. Na conjunção dos princípios, isso é o mesmo que atestar que o produto
é algo que não existia antes, que não poderia vir a existir sem a ideia dos
autores e que pode ser utilizado na indústria. Além de Salete, Felipe Bohn,
Edimilson Felix da Silva e Marcio Assolin Correa participaram do
desenvolvimento da tecnologia – os três são especialistas em deposição por
plasma, o que auxiliou na etapa de deposição das nanopartículas de cobre por
magnetron sputtering.
Foto
com Salete e Felipe Bohn, inventores envolvidos na descoberta, por Cícero
Oliveira/UFRN
Assessoria
de Comunicação da Agência de Inovação da Reitoria/UFRN
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Metodologia OKR (Objectives and Key Results) ajuda empresas a alinharem objetivos e alcançarem metas; inscrições vão até 31/12
O
profissional capacitado em OKR aprende a ter um gerenciamento mais alinhado e
engajado, desde o planejamento estratégico até a mensuração de resultados.
Quando aplicada com êxito, a metodologia integra equipes, já que mantém objetivos
alinhados à cultura organizacional.
"Os
OKRs ganharam destaque ao serem aplicados em grandes empresas de tecnologia,
como a Google, trazendo excelência operacional. Aos poucos, seus conceitos se
espalharam no mundo corporativo; conhecimento e aplicação da metodologia são
hoje muito requisitados em vagas no mercado", registra Virgilio Marques
dos Santos, um dos sócios-fundadores da startup.
Segundo
Santos, OKR pode ser aplicada com a mesma eficiência em multinacionais e em
pequenas e médias empresas, e seus objetivos devem ser simples para que os
colaboradores entendam facilmente e se sintam capacitados para alcançá-los.
O
curso recém-lançado pela FM2S, ministrado por Angel Cunha – administradora
pública pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), com MBA em Finanças
Corporativas pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e especialista em
Design de Experiência do Usuário e Liderança de Produto Digital –, traz a
definição e as características da metodologia, bem como o papel da liderança na
definição dos OKRs.
Além
de oferecer conceitos sólidos, engloba exemplos práticos, com um case de
aplicação de OKR na rotina de trabalho. Também mostra como cada uma das metas
devem ser mensuradas de formas exatas e confiáveis.
A
capacitação oferece um passo a passo para a sua construção, tanto em times como
individual. Com isso, o aluno aprenderá sobre planejamento estratégico,
aplicação da ferramenta e mensuração de resultados, que devem ser alinhados com
os objetivos da empresa ou instituição em que atua.
A
iniciativa é aberta a todas as pessoas interessadas e as vagas são limitadas,
com inscrições até 31 de dezembro, em https://ead.fm2s.com.br/curso/okr-fm2s/.
O acesso é válido é por 30 dias após inscrição, com certificado incluso.
Informações sobre outras capacitações da FM2S estão em https://ead.fm2s.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo WhatsApp – (19) 99132-0984.
Serviço
Curso
online OKR - Objectives and Key Results
Inscrições:
Até 31 de dezembro, em https://ead.fm2s.com.br/curso/okr-fm2s/.
Quanto:
Gratuito
Informações: Pelo
telefone (19) 99132-0984, ou em fm2s.com.br
Contatos da assessoria
Adriana Arruda
Jornalista (Unesp),
Doutora em Ciência, Tecnologia e Sociedade (UFSCar), Especialista em Jornalismo
Científico (Unicamp)
Telefone: +55 16
99992-1414
E-mail:
driarruda@gmail.com
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O
secretário de saúde de Natal, George Antunes, atestou a baixa procura da população
pela vacina, visto que, no estado, 66% do público-alvo foi vacinado. Ele
reafirmou sobre as sequelas irreversíveis causadas pela pólio, e aproveitou o
momento para reforçar o pedido do Ministro.
Ambulâncias do SAMU
As
viaturas são do tipo D, Ambulância de Suporte Avançado, veículo destinado ao
atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências
pré-hospitalares e de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados
médicos intensivos.
Condecoração
Imunização
Nesta
quinta-feira (15/12), o Ministério da Saúde publicou Nota técnica que reforça
recomendações para ampliar a imunização dos brasileiros. Confira aqui.
Por Ascom MS/RN
Fotos relacionadas à divulgação e Branda Fonseca
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Simples ações, como passar roupa e elevar objetos do chão, exigem cuidados para não prejudicar coluna a longo prazo
Há
profissões em que o trabalhador precisa ficar de pé muitas horas, como garçons,
vendedores e balconistas, por exemplo. Por outro lado, ficar muito tempo
sentado, como é o caso de motoristas profissionais, também pode ser prejudicial
para as costas.
Além
dos adultos, as crianças também necessitam de cuidados com a postura para
manter a saúde da coluna. Um dos cuidados é com a mochila que os pequenos
carregam para a escola. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a
bolsa não pode ultrapassar 10% do peso da criança. O indicado é que ela tenha
as costas almofadadas e possibilidade de ajuste, de maneira que a mochila fique
encostada o máximo possível na criança.
O
Ministério da Saúde preparou outras dicas para a proteção da coluna:
A
melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o
ombro e outro entre as pernas;
Evite
dormir de bruços, isso força a coluna e dificulta a respiração;
Ao
recolher um objeto pesado do chão, abaixe com as pernas flexionadas;
Ao
trabalhar em frente a uma mesa ou digitando no computador, mantenha as costas
retas, encostadas ao encosto da cadeira e as pernas debaixo da mesa, evitando
cruzá-las;
Ao
dirigir por horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente
apoiadas no encosto;
Não
carregue mochilas ou sacolas com o peso de um só lado. A mochila deverá ser
apoiada nos dois ombros e as sacolas divididas nas duas mãos.
Tarefas
do dia a dia
Todo
mundo gosta de sair de casa com a roupa passadinha, mas essa simples atividade
também exige cuidados. Se estiver passando roupa, certifique-se de que a mesa
tem altura suficiente para que você não precise se inclinar. Caso precise ficar
muito tempo em pé, tente utilizar um pequeno suporte (mais ou menos do tamanho
de um tijolo) para colocar alternadamente sob os pés.
Ao caminhar, olhe para a frente, mantendo o abdômen contraído. O tipo de sapato ideal para o dia a dia deve ser fechado atrás para dar estabilidade às passadas.
E
muita gente gosta de ver televisão para tentar pegar no sono. Evite assistir TV
na cama, mas sim sentado adequadamente. Algumas pessoas cochilam enquanto
assistem TV e a cabeça pende, ficando numa posição que pode causar dor e
contratura muscular.
Outro
cuidado fundamental é ao acordar. Depois de muitas horas de sono, a coluna está
em estado de repouso. Tente levantar calmamente. Sem levantar a cabeça, fique
deitado de lado, dobre as pernas e impulsione o corpo com a mão.
Uso
do celular
A
postura inadequada durante o uso prolongado do celular e de outros dispositivos
móveis pode comprometer a saúde da coluna vertebral. De acordo com o
ortopedista e chefe do Centro de Doenças da Coluna do Instituto Nacional de
Traumatologia e Ortopedia (Into), Ricardo Meirelles, ler uma mensagem no
celular, por exemplo, inclinando o pescoço para baixo e para frente, pode
aumentar em até cinco vezes o peso que a cabeça exerce sobre a coluna.
"Em
repouso, quando os ouvidos estão alinhados com os ombros, a cabeça de uma
pessoa adulta pesa cinco quilos. Uma postura incorreta, com inclinação de mais
de 60 graus da cabeça, aumenta esse peso para até 30 quilos", explica
Meirelles.
A
chamada Síndrome do Pescoço de Texto provoca uma sobrecarga na musculatura e
nas articulações vertebrais, podendo ocasionar dores na nuca, com irradiação
para os ombros ou para o dorso e cefaleia na região posterior da cabeça.
Para
evitar esses danos, o ortopedista orienta sobre a maneira correta de utilizar o
celular. "É importante manter sempre as telas na altura dos olhos,
mantendo a cabeça bem centrada, alinhando os ouvidos com os ombros, e a cada 20
ou 30 minutos realizar alongamentos e mudar de posição", diz.
“Também
é importante ter atenção à ergonomia quando permanecer sentado por longos
períodos. Manter um apoio lombar nas cadeiras e um apoio para os pés é
essencial”, acrescenta.
O
médico aponta ainda que a prevenção é a melhor forma de evitar as lesões
crônicas causadas pela má postura, entre elas a degeneração dos discos
intervertebrais, com surgimento de protusões e hérnias, e a artrose das
articulações vertebrais.
“A
prática regular de exercícios para desenvolver uma musculatura firme e boa
amplitude de movimentos é fundamental para manter uma postura corporal
adequada”, conclui o especialista.
Texto
e foto da ASCOM/MS
O programa oferece 50 vagas em todo o Brasil, visando desenvolver talentos e criar uma força de trabalho diversa e qualificada para a manutenção de elevadores e escadas rolantes. Inscrições até 30 de dezembro.
Quem
pode participar?
Para
se inscrever, é preciso ter, no mínimo, 18 anos e estar matriculado nos cursos
técnicos de elétrica, eletrônica, eletrotécnica, eletroeletrônica, mecatrônica,
automação e mecânica. As vagas estão disponíveis em todas as regiões do país. No
Nordeste, em Aracaju, Salvador, Recife, Fortaleza, João Pessoa, Natal, São Luís
e Teresina. No Sudeste, em São Paulo, Ribeirão Preto, Santos, Rio de Janeiro,
Belo Horizonte, Vitória e Niterói. No Sul, em Porto Alegre, Florianópolis,
Curitiba e Londrina. Já no Centro-Oeste, em Brasília e Goiânia. E na região
Norte, as vagas estão disponíveis em Belém e Porto Velho.
Sobre
a Otis
A
Otis dá às pessoas liberdade para se conectarem e prosperarem em um mundo mais
alto, mais rápido e mais inteligente. Líder mundial na fabricação, instalação e
manutenção de elevadores e escadas rolantes, movimentamos 2 bilhões de pessoas
por dia e mantemos mais de 2,1 milhões de unidades de clientes em todo o mundo
- o maior portfólio de serviços da indústria. Você nos encontrará nas
estruturas mais icônicas do mundo, assim como em edifícios residenciais e
comerciais, centros de transporte e em todos os lugares em que as pessoas estão
em movimento. Com sede em Connecticut, EUA, a Otis tem 68.000 funcionários,
incluindo 41.000 profissionais de campo, todos comprometidos em atender às
diversas necessidades de nossos clientes e usuários em mais de 200 países e territórios.
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