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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Estágio não é só para os jovens; saiba mais

Não há idade limite para participar do programa

Com o mercado de trabalho instável e dificuldades de recolocação, muitas pessoas buscam novas oportunidades em outras áreas. Ademais, após a pandemia, houve uma mudança de mentalidade da população e os cidadãos passaram a enxergar valor em outras coisas. Entretanto, os desafios são maiores para os mais velhos. Contudo, não existe uma idade limite para começar uma carreira do zero e correr atrás do seu sonho. Dessa forma, esses corajosos também têm a possibilidade de estagiar. Vamos falar sobre esse assunto.

Como é o mercado para as pessoas com mais idade?

Muitas vezes, existe um preconceito com esse grupo. Ademais, vários gestores ficam com receio de contratá-los e sofrerem com o abandono, seja pela questão financeira ou de hierarquia. No entanto, o estágio vai muito além disso. A modalidade proporciona desenvolvimento profissional e é uma excelente chance de entrar para o mundo corporativo e adquirir experiência na área de formação. Os integrantes aproveitarão para fazer boas redes de relacionamento e abrir portas para um futuro de sucesso.

Embora seja fundamental abrir espaço para os jovens, contar com um time diversificado pode ter inúmeros benefícios. Afinal, eles trazem vivências passadas, situações difíceis e superadas, um contraponto e o olhar de outro público. Logo, a chance de obter um bom resultado é muito maior. Sendo assim, separei alguns passos para os candidatos seguirem e conquistarem a vaga desejada:

Realize um planejamento:

É preciso, em primeiro lugar, traçar um bom plano, considerando as possibilidades e alinhando com os objetivos ou necessidades pessoais. Analise os motivos para tomar essa decisão e se seus problemas serão resolvidos com essa troca de rumo. Também é fundamental se programar financeiramente para esse recomeço.

Volte a estudar:

Para ser estagiário, deve estar matriculado em uma instituição de ensino médio, superior, técnico, ou na educação para jovens e adultos - EJA. Entretanto, ler artigos, assistir a vídeos e fazer cursos profissionalizantes também fortalece o seu currículo. Sempre é bom lembrar: quem faz pós-graduação, mestrado ou doutorado também pode se tornar um participante.

Faça networking:

Crie novos contatos, resgate relações profissionais e acadêmicas antigas. Participe de palestras e workshops. Mantenha as redes sociais atualizadas, especialmente o LinkedIn. É essencial demonstrar para os seus colegas da nova profissão o conhecimento e a vontade de atuar. Assim, você sempre será lembrado quando precisarem ocupar uma lacuna.

Mostre-se flexível e adaptável:

As empresas buscam essas características em colaboradores mais maduros. Pesquise sobre a corporação, mostre interesse em fazer parte da equipe e contribuir para o desenvolvimento dela, seja verdadeiro e amistoso. Você também precisará se adaptar às novas funções, gerações e ideias do mundo atual.

Aceite a nova ordem das coisas:

É preciso estar antenado sobre as transformações sociais para conseguir atuar com todas as faixas etárias. Mudar o ultrapassado conceito de competição para o de construção e colaboração. Um bom exercício é passar a consumir novos conteúdos.

O que o mercado espera desses colaboradores mais experientes?

O Brasil tem mais de 28 milhões de idosos (acima de 60 anos). Esse número representa 13% da população do país e pode dobrar de tamanho nas próximas décadas, de acordo com as estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Em 2043, um quarto dos brasileiros terá mais de 60 anos, enquanto a proporção de crianças e adolescentes até 14 anos será de apenas 16,3%.

Esse momento é favorável para as organizações investirem nesse tipo de contratação. Após a pandemia, houve uma grande agitação dentro das companhias. Para aguentar o ritmo frenético, os gestores precisaram de novos membros. Dessa maneira, formar um time plural é essencial para superar esse desafio.

Para quem deseja seguir esse caminho, é preciso entender o mundo fora das grandes empresas. Para isso, deve se atualizar sobre as práticas atuais e tendências em geral. Realizar cursos com temas em alta, acompanhar estudiosos futuristas, novas soluções, metodologias, processos e profissões.

Outro fator determinante é saber trabalhar com dados. Hoje em dia, essas informações são valores estratégicos. Entender e conseguir interpretá-los é um diferencial importante e bem avaliado. Entretanto, tão relevante quanto as habilidades comportamentais, como pensamento crítico, comunicação, letramento digital, multitarefas, alteridade, dinamismo, intraempreendedorismo entre outras, é identificar quais são as suas principais soft skills e ainda buscar constantemente se desenvolver em cada uma delas.

Reconheça o próprio capital humano e quão bem você consegue alavancar os seus atributos. Mesmo esse tipo de conhecimento sendo mais difícil de ser formalizado e transmitido aos outros, ainda assim não basta só saber aplicá-lo no dia a dia, mas como criar os nexos entre os obstáculos, pois dele podem surgir futuras inovações.

Ademais, esteja pronto para os processos seletivos digitais. A tecnologia pode e deve ser utilizada para expandir possibilidades e crescimento. O fato de uma entrevista ser virtual não deveria tornar nenhum candidato invisível. É fundamental usar as ferramentas a seu favor e saber se posicionar. Não descuide de seus perfis nas redes sociais e faça deles uma vitrine do seu potencial.

As entidades têm diversas vantagens nessa relação. Além de contar com pessoas já vividas e com bastante histórias na bagagem, eles estão ali por terem vontade de atuar naquele lugar. Afinal, recomeçaram a carreira para isso. Outrossim, ainda destaco o aspecto financeiro. Existe a isenção de impostos e direitos trabalhistas, tais como FGTS, INSS, 1/3 sobre férias, multa rescisória e 13º salário.

Entretanto, quem pode efetuar esse tipo de contratação? De acordo com a legislação: pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização. Logo, médicos, dentistas, engenheiros, arquitetos e advogados, por exemplo, também têm essa possibilidade.

Portanto, abra as portas do seu negócio para esse grupo com vontade de mostrar serviço e dar um restart na vida. Dessa forma, você ajudará a educação e a economia do país. Conte com a Abres nessa missão. Juntos somos mais fortes! *Carlos Henrique Mencaci é presidente da Associação Brasileira de Estágios - Abres

Por Mauro de Oliveira/Diretor de comunicação

mauro.oliveira@abres.org.br

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Casa Durval Paiva apresenta resultados de 2022


Há 28 anos, a Casa Durval Paiva desenvolve ações e projetos contribuindo para a qualidade de vida de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer e doenças hematológicas crônicas, bem como, para os seus familiares. Para a CDP, cada dia é uma celebração da vida.

A instituição é totalmente mantida com doações de pessoas físicas, jurídicas, neste sentido, anualmente, a Casa divulga a sua prestação de contas dos serviços e atendimentos realizados durante o ano, como forma de manter a transparência do processo de doação e uso dos valores arrecadados.

No ano de 2022, foram realizados mais de 20 mil atendimentos, através de uma equipe composta por profissionais da assistência social e saúde (assistente social, dentista, fisioterapeuta, psicóloga, nutricionista, terapeuta ocupacional e farmacêutica), educação, cultura e arte (pedagoga), emprego e renda (Casa dos Ofícios), habitação e desenvolvimento sustentável (Projeto Vida), bem como, setor de diagnóstico precoce, de forma multi e interdisciplinar, aos 367 pacientes acolhidos pela instituição e ao seu núcleo familiar.

Relacionando à missão da Casa, 151 pacientes tiveram acompanhamento pedagógico, como forma de continuar sua formação escolar, mesmo durante o tratamento contra o câncer. Além disso, foram realizadas 65 oficinas profissionalizantes, envolvendo artes, beleza e estética, gastronomia, informática e empreendedorismo, proporcionando uma fonte de renda para as famílias acolhidas.

No viés social, a Casa Durval Paiva distribuiu quase 3 mil cestas básicas, totalizando mais de 40 toneladas de alimentos, que foram doados como forma de ajudar a manter a alimentação dos pacientes fora da instituição. Na Casa, eles têm direito a 6 refeições diárias balanceadas, totalizando, em 2022, mais de 43 mil refeições distribuídas.

Como “carro-chefe” da Casa Durval Paiva, o projeto diagnóstico precoce capacitou mais de 1.600 profissionais da saúde e educação, nos municípios de Arês, Caicó, Ceará Mirim, Extremoz, Lagoa Salgada, Natal, Montanhas, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamirim, Pau dos Ferros, Pedro Velho, Santa Cruz, São José de Mipibu, Umarizal, Várzea, Vera Cruz e Vila Flor. Para 2023, já estão em vigência mais 2 edições, nos municípios de Parnamirim, São Gonçalo, Macaíba e Extremoz.

Com o objetivo de melhorar e garantir acesso a uma habitação segura e saudável, contribuindo para a qualidade de vida de crianças e adolescentes e suas famílias em tratamento contra o câncer, através do Projeto Vida, a Casa Durval Paiva já realizou 107 construções e 140 reformas de casas de pacientes.

Todas as ações podem ser acompanhadas através das redes sociais da Casa Durval Paiva (@casadurvalpaiva) ou no www.casadurvalpaiva.org.br. Todos os números atualizados, podem ser encontrados na aba “A Casa – Resultados”.

Para contribuir e se tornar parte desse trabalho de amor, a instituição fica localizada na Rua Professor Clementino Câmara, 234 – Barro Vermelho ou pelo 4006.1600.

Michelle Phiffer/Assessora de Imprensa

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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Boate Kiss: Após 10 anos da tragédia, aprendizados do SUS permanecem até hoje

Envio de equipes voluntárias, investimento e assinatura de termo de compromisso para continuidade da atenção à saúde dos envolvidos foram algumas das ações do Ministério da Saúde

Em 2013, o Sistema Único de Saúde (SUS) atendeu uma das maiores emergências da história do Brasil. Na madrugada de 27 de janeiro daquele ano, 242 pessoas morreram e mais de 600 ficaram feridas em razão do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS). Após 10 anos da tragédia, o Ministério da Saúde anuncia a produção de uma série documental com depoimentos, relatos e lembranças sobre os aprendizados desde então. Três episódios estarão disponíveis, em breve, no canal do MS no Youtube. Assista aqui ao trailer do documentário: Saúde no Limite da Dor (2023).

Como forma de apoio à emergência local, 67 voluntários foram enviados ao estado por meio da Força Nacional do SUS. Eles se juntaram às equipes de saúde local logo no primeiro dia, onde permaneceram por quase um mês. O Ministério da Saúde investiu R$ 3,3 milhões para atendimento da tragédia. Pelo menos 97% dos pacientes graves levados até os hospitais da região foram salvos pelo Sistema Único de Saúde.

Junto aos 25 enfermeiros, 24 médicos, 11 técnicos de enfermagem, três fisioterapeutas, dois psicólogos, um administrativo e um profissional de comunicação, estava Paulo de Tarso, coordenador-geral de Urgência e Emergência da FN-SUS à época.

“Em Santa Maria foi feito o primeiro transporte com mais de dois pacientes; eram seis pacientes graves, de Santa Maria para Porto Alegre. Esse foi o maior transporte aeromédico da história: 56 pacientes críticos foram removidos”, relembra Paulo, em trecho disponível no documentário.

Apoio psicossocial

Segundo levantamento da pasta, a asfixia em função do cianeto - gás tóxico produzido pela queima da espuma que revestia o local - causou a maior parte das vítimas. Com isso, o desafio das equipes de saúde foi atender a um grande número de pessoas com problemas respiratórios e, ao mesmo tempo, dar apoio psicossocial às famílias. Ainda assim, 577 pacientes foram atendidos na primeira hora pós-incêndio.

Um Núcleo de Atenção Psicossocial foi constituído no próprio dia 27 de janeiro, composto por voluntários, profissionais de saúde mental do Estado, do município e de outras regiões do país. Entre janeiro e fevereiro daquele ano, mais de 1 mil atendimentos foram realizados.

Ivan Paiva, então consultor de Urgência e Emergência da Força Nacional do SUS, recorda da preocupação em dar assistência imediata. “Logo foi feito um mapeamento de todos os pacientes que tinham ido à óbito”, conta Ivan, no documentário.

Legado

A metodologia de montar uma política de atendimento psicossocial para familiares e profissionais envolvidos, ao mesmo tempo em que se atendiam às vítimas nos hospitais, ficou como legado para outras emergências, como o rompimento das barragens em Mariana (2015) e Brumadinho (2019). Além disso:

O Ministério da Saúde ocupou posição oficial de porta-voz, disponibilizando dados, orientações e atualizações;

O antídoto ao cianeto, a hidroxicobalamina, não era um remédio autorizado para uso no Brasil. Em poucos dias houve articulação do Ministério da Saúde para a liberação do remédio na Anvisa e o transporte das doses doadas por outros países. Em razão disso, há estoque do remédio no Brasil atualmente;

Foi firmado um termo de compromisso entre Ministério da Saúde e organizações locais para continuidade da atenção à saúde das vítimas, familiares e profissionais de saúde envolvidos;

Houve aumento da fiscalização sobre a estrutura necessária para evacuação de grandes públicos em eventos e normas técnicas de prevenção a incêndios.

Força Nacional do SUS

Para apoiar estados e municípios no enfrentamento a emergências de saúde pública ou situações críticas que afetem diretamente a rede de saúde local, o governo federal criou, em novembro de 2011, a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS). Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, entre outros profissionais, atuam conforme a necessidade.

Desde a criação, a Força Nacional do SUS realizou missões de apoio a situações de desastres naturais, como enchentes e deslizamentos; gestão de grandes eventos, como Rio+20, Círio de Nazaré, Copa do Mundo e Olimpíadas; desassistência e apoio à reorganização da Rede de Atenção à Saúde, como migração de haitianos e assistência indígena, a exemplo da crise humanitária vivida atualmente pela população Yanomami; além de atuar em situações de tragédia, como o incêndio na boate Kiss. Entre 2020 e 2021, a FN-SUS também participou ativamente no enfrentamento aos momentos mais críticos da pandemia por Covid-19.

- Assista aqui ao trailer do documentário: Saúde no Limite da Dor (2023)

Texto publicado por Comunicação Secretaria de Vigilância em Saúde (SVSA) do Ministério da Saúde

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IMD recebe inscrições para 2º edição de evento internacional em Bioinformática

Natal Bioinformatics Forum acontecerá em março deste ano e já conta com 17 palestrantes confirmados

Após promover em 2019 um evento de alcance internacional na área de Bioinformática, o Centro Multiusuário de Bioinformática (BioME), do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), se prepara para lançar a segunda edição do Natal Bioinformatics Forum. O encontro, voltado a pesquisadores, acadêmicos e entusiastas em Biotecnologia, terá como tema “Bioinformática em um Mundo Pós-pandêmico” e está previsto para acontecer nos dias 29 a 31 de março.

A edição deste ano já está com inscrições abertas – que ocorrerão até o dia 19 de março por meio do cadastro on-line neste link. A programação prevê palestras, painéis, apresentação de pôsteres e fóruns para fomentar discussões sobre Bioinformática no contexto atual e perspectivas sobre o futuro desse campo da ciência.

O evento acontecerá entre 10h e 16h30 diariamente – exceto no primeiro dia, quando ocorrerá o registro dos participantes, às 8h30. Toda a programação se dará no hotel Golden Tulip, em Ponta Negra, Natal (RN), e será organizada em diferentes temas, como bioinformática e saúde, Inteligência Artificial (IA), mulheres na ciência, big data, entre outros.

A taxa de registro está dividida em três categorias e valores: R$ 300 para alunos de graduação, R$ 400 para alunos de mestrado ou doutorado e R$ 600 para pós-doutorado e demais profissionais. O evento garantirá desconto de até 20% para quem fizer inscrição em grupos – de cinco a 20 pessoas, oriundas de iniciativas de pesquisa ou outras associações.

Programação

Neste ano, o fórum internacional, em consonância com sua temática geral, promete abordar Bioinformática sob a ótica do contexto socioeconômico atual – marcado pelo período de pós-pandemia de Covid-19.

 

Para conduzir as apresentações, o Natal Bioinformatics Forum já confirmou a participação de 17 palestrantes, dentre pesquisadores, docentes e acadêmicos, os quais representam instituições internacionais, como as Universidades do Sul da Califórnia, de Veneza e da Califórnia San Diego e a empresa Seqera Labs, empresa de software espanhola.

Já no grupo de instituições nacionais, além da UFRN, estão presentes entidades como a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFP), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto Butantã, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Instituição de Ensino Superior em Campinas (Unicamp), entre outras.

Dentre os palestrantes, está o diretor do Metrópole Parque, Rodrigo Romão, o qual participará de um fórum sobre empreendedorismo ao lado da professora Lucymara Agnez Lima (UFRN) e de Marcel Ribeiro-Dantas (Seqera Labs). Os debates acontecerão no dia 29, a partir das 15h15.

Além dessa, a programação também prevê um simpósio sobre Bioinformática e Inteligência Artificial (IA), que acontecerá às 11h do segundo dia de evento, além de aulas técnicas e amostras científicas.

A programação completa do evento está disponível neste link.

Assessoria de Comunicação do Instituto Metrópole Digital/UFRN

(84) 99229-6564

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Prévia carnavalesca: Bloquinho "Eu Amo Olinda, Mas Não Largo do Atheneu" anima bairro Petrópolis neste Sábado

Antes de entrar nesse bloco, se esvaia de qualquer preconceito, porque ele é SEM ETIQUETA!

Vai ter bloquinho, sim! Após 2 anos de isolamento social, o bloco de prévia carnavalesca “Eu Amo Olinda, Mas Não Largo do Atheneu”, volta às ruas de Petrópolis, na capital potiguar, neste sábado (04), com organização da marca potiguar Sem Etiqueta, reunindo clientes e amigos.

A folia terá acesso gratuito, com concentração em frente à loja Sem Etiqueta Petrópolis, na Rua Potengi, a partir das 15h. A animação ficará por conta da Orquestra Frevo de Xico e é permitido o acesso com a sua bebida. Mas lembre de trazer também o respeito à diversidade. 

Junte a sua galera, vista sua Sem Etiqueta favorita e venha curtir essa prévia, pois a animação do carnaval está só começando!

“Eu amo Olinda

Ela é bem-vinda!

Mas vem pra cá menina

Vem pra cá menina

Que eu não LARGO DO ATHENEU!”

SERVIÇO

Bloco “Eu Amo Olinda, Mas Não Largo do Atheneu”

Dia 04 de fevereiro, sábado, a partir das 15h

Concentração – SEM ETIQUETA PETRÓPOLIS

R. Potengi, 700 – Petrópolis

Acesso gratuito

Siga: @semetiquetabr

Luciana Oliveira/Assessora de Imprensa

luciana@sollarcomunicacao.com.br

(84) 98728-0813

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terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Conheça as principais recomendações para o tratamento da obesidade no SUS

A obesidade é uma doença crônica não transmissível (DCNT) de origem multifatorial e complexa

Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que os índices de obesidade e sobrepeso quase triplicaram desde 1975. Em nível global, existem pelo menos 650 milhões de adultos com obesidade. No Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2020, um em cada 4 indivíduos maiores de 18 anos tem obesidade, o que corresponde a aproximadamente 41,2 milhões de pessoas. E mais da metade - 96 milhões - têm excesso de peso (sobrepeso e obesidade.

Entre as causas da obesidade, estão os fatores biológicos, históricos, ecológicos, econômicos, sociais, culturais e políticos. Independente do motivo, o que se sabe, levando em consideração os dados citados, é que a obesidade é uma doença crônica que tem se tornado cada vez mais crescente.

Muito dessa realidade está associada a significativa alteração do padrão alimentar, com a redução do consumo de alimentos in natura ou minimamente processados e maior participação dos alimentos ultraprocessados. Além disso, hábitos não saudáveis que incluem o excesso de tempo gasto em comportamentos sedentários, impulsionados pelo uso excessivo de telas, atrelado à pouca ou nenhuma prática de atividade física, são cada vez mais recorrentes.

Tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. E ambas as condições são fatores de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

Como a obesidade é influenciada por fatores biológicos e contextuais, são necessárias ações estruturantes e políticas públicas para promoção da saúde, implementação de medidas de prevenção do ganho de peso excessivo, diagnóstico precoce e cuidado adequado às pessoas com excesso de peso, bem como o estabelecimento de políticas intersetoriais e outras que promovam ambientes e cidades saudáveis.

O trabalho do SUS no cuidado à obesidade

A porta de entrada preferencial para o Sistema Único de Saúde é a Atenção Primária à Saúde (APS), onde as pessoas com obesidade são identificadas e acolhidas pela equipe multiprofissional nas Unidades Básicas de Saúde, que fazem o acompanhamento e, quando necessário, encaminham os usuários para a Atenção Especializada.

O atendimento na APS compreende desde ações de promoção da saúde (tais como o estímulo à prática regular de atividade física, o incentivo ao aleitamento materno e à alimentação adequada e saudável, a realização de práticas integrativas e complementares de saúde, como yoga e acupuntura) até a identificação das pessoas com obesidade pelos agentes comunitários e profissionais de saúde, focando nos desafios e nas estratégias de cuidado de maneira individualizada e integral.

Levando em consideração que, no âmbito do SUS, a obesidade é tratada como fator de risco e como doença, o Manual de Atenção às Pessoas com Sobrepeso e Obesidade no Âmbito da Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) traz um conjunto de recomendações para qualificar a atuação dos gestores, das equipes e dos profissionais de saúde que atuam na APS para atenção aos casos de sobrepeso e obesidade.

Destacam-se algumas orientações-chave:

1 – Tirar o foco da perda de peso

O Manual do SUS tem suas ações baseadas na promoção da saúde do usuário com sobrepeso e obesidade, considerando a perda de peso apenas como um dos elementos e/ou resultados do processo de cuidado , mas não o único. Vale reforçar ainda que, quando perder peso é o único objetivo ou o foco principal, os meios para alcançá-lo podem se distanciar de atitudes saudáveis.

Além de reconhecer que o ganho (ou a perda) de peso não é resultado apenas de escolhas individuais, as orientações devem se fundamentar na ideia de que todos são capazes de alcançar saúde e bem-estar, independentemente do peso corporal, porque saúde e qualidade de vida são os verdadeiros objetivos.

Para se ter uma ideia de que as estratégias de cuidado vão além do peso ou do percentual de gordura corporal, em uma circunstância de sobrepeso ou obesidade, uma perda de 5 a 10% do peso corporal promove benefícios significativos para a saúde, uma vez que pode provocar melhora nos principais fatores de risco e nas comorbidades, como por exemplo: redução da pressão arterial, redução do risco cardiovascular, do colesterol e da glicemia, entre outros.

2 – Adotar uma alimentação adequada e saudável

A principal recomendação é ter uma alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados, conforme orienta o Guia Alimentar para a População Brasileira. Junto a isso, evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, que estão amplamente associados ao ganho de peso.

3 – Praticar atividade física regularmente

Independente de resultados aparentes em relação ao peso, mudanças no estilo de vida devem ser valorizadas, ainda que possam parecer pequenas. Como o início de uma atividade física, mesmo que não seja na intensidade ideal ainda, mas que pode ir progredindo ao longo do tempo. Além disso, a atividade física ideal é aquela que a pessoa consegue e gosta de praticar. Isso faz com que a prática seja regular e constante.

4 – Acolher e cuidar do lado emocional

O estigma da obesidade se refere aos abusos físicos e/ou verbais que os indivíduos com sobrepeso ou obesidade sofrem. Essas situações tendem a levar à exclusão e discriminação,Ou seja, são comportamentos e ações que menosprezam o corpo das pessoas com excesso de peso. O estigma acontece, frequentemente, apoiado na justificativa de desencorajar comportamentos não saudáveis e melhorar a saúde das pessoas com obesidade, que são culpabilizadas pelo seu excesso de peso.

O preconceito, o estigma e a discriminação ao invés de estimularem mudanças, desmotivam e até promovem uma piora do quadro, principalmente do ponto de vista emocional. Quem passa por isso é menos propenso a procurar os serviços de saúde, tanto para essa como para outras condições, comprometendo o acesso à saúde como um todo.

Além disso, o Ministério da Saúde dispõe do documento Protocolos de Uso do Guia Alimentar para a População Brasileira com foco na orientação alimentar de pessoas adultas com obesidade, que traz as seguintes recomendações principais:

Estimular o consumo diário de alimento do grupo de feijões, preferencialmente no almoço e jantar;

Evitar o consumo de bebidas adoçadas tais como refrigerante, suco e água de coco de caixinha, que são bebidas ultraprocessadas.

Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados como hambúrguer, embutidos – linguiças, salsicha, macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote e doces.

Consumir diariamente legumes e verduras no almoço e no jantar - acompanhando, por exemplo, a combinação arroz e feijão.

Consumir diariamente frutas

Alimentar-se com regularidade e atenção, sem se envolver em outras atividades. Fazer as refeições, sempre que possível, em companhia com a família ou amigos.

Três guias para auxiliar a prevenção da obesidade e a promoção da saúde

O caminho mais seguro, saudável e sustentável para prevenir e deter o avanço da obesidade em todas as idades é aliar uma alimentação adequada e saudável à prática regular de atividade física. Nesse sentido, três publicações do Ministério da Saúde podem colaborar de maneira decisiva para a adoção de hábitos e rotinas mais saudáveis:

O Guia Alimentar Para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, que traz orientações nutricionais para o início da primeira infância;

O Guia Alimentar para a População Brasileira, que pode inspirar toda a família a se alimentar de maneira saudável;

E o novo Guia de Atividade Física Para a População Brasileira, que contempla práticas para uma vida ativa fisicamente adequadas à infância e também aborda a importância da educação física escolar.

Texto reproduzido da ASCOM/MS

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Cientistas da engenharia têxtil desenvolvem novo processo para fabricação de nanomateriais a base de carbono


A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) pediu, no mês de dezembro, o patenteamento de mais uma descoberta científica de pesquisadores da Instituição. Dessa vez é um processo ágil de fabricação de nanomateriais a base de carbono, como óxido de grafeno e óxido de grafeno reduzido, utilizando resíduos sólidos gerados das indústrias têxteis e de plásticos, por exemplo, como principal fonte de matéria prima.

José Heriberto Oliveira do Nascimento e Rivaldo Leonn Bezerra Cabral, dupla de inventores envolvida, explicam que a aplicação da nova tecnologia promove uma rota mais rápida e barata de produzir materiais alternativos ao grafeno puro, como o óxido de grafeno (OG) e óxido de grafeno reduzido (OGR), a partir de biomassa residual sólido de fibras, fios, tecidos ou malhas a base de lignina e celulose da indústria têxtil. O grafeno é considerado o sucessor do silício na área eletrônica.

Com alta área superficial específica, estabilidade química, excelente condutividade elétrica e térmica e a sua alta capacidade de resistência mecânica, o grafeno apresenta-se como um material propício para vastas aplicações tecnológicas, com um potencial que pode ser ampliado com a sua funcionalização, o que o torna precursor para a síntese de novos materiais. Um dos métodos mais comuns de obtenção do grafeno é pela redução das nanofolhas de óxido de grafeno, removendo seus grupos de oxigênio e recuperando a estrutura para formar um grafeno reduzido.

Essa mudança leva ao óxido de grafeno reduzido, uma substância com propriedades análogas tanto ao grafeno como ao óxido de grafeno, tais como, condutividade elétrica e térmica e excelente transparência. “Tanto OG quanto o OGR podem ser utilizados como material de partida para vários dispositivos eletrônicos, como na construção de transistores para sensores químicos e biossensores. Também servem para fins relacionados à energia como fontes para baterias, células solares, células de combustível e supercapacitores. Além do mais, podem ser aplicados na biomedicina, especificamente em sistemas de entrega de fármacos para drogas que combatem células cancerígenas, entre outras aplicações na construção civil, automobilística”, relata Heriberto do Nascimento.

Tecnicamente, o óxido de grafeno e o óxido de grafeno reduzido são nanomateriais cujo tamanho corresponde a um bilionésimo de metro, semelhantes a uma “folha” em escala nanométrica. Além disso, são caracterizados por serem compostos de átomos de carbono estruturalmente distribuídos em uma rede hexagonal, análoga a um favo de mel. Rivaldo Leonn destaca que um relevante aspecto quando se trata de produtos à base de nanomateriais está atrelado justamente ao custo de produção.

O doutorando explica que isso ocorre porque a maioria das técnicas de produzir grafeno altamente ordenada exige maquinários sofisticados caros e que propiciam baixo rendimento, tornando-se ineficientes em larga escala. Além do mais, outros fatores, como consumo excessivo de energia, longos períodos de síntese, lavagem e filtragem, que demandam tempo, precursores e agentes oxidantes, encarecem o processo. Em contrapartida, ele destaca que o dispositivo criado pela dupla, por constituir-se de um mecanismo de síntese rápido, que dispensa o uso de reagentes caros e utiliza equipamentos simples, promove a fabricação de materiais derivados de grafeno de forma mais barata.

“Além do mais, a reutilização de resíduos sólidos da indústria como precursor para síntese de nanomateriais tem impacto ambiental extremamente positivo, já que a solução proposta cessa as emissões de gás carbônico causadas pela incineração e também pelo descarte e acúmulo em aterros sanitários, os lixões, que resulta na preservação do ecossistema, uma pauta importante que atende uma demanda das empresas para se desenvolverem de forma sustentável, conforme metas da agenda 2030 da ONU”, lista.

De patentes à NanoUp

O dispositivo patenteado é vinculado ao Grupo de Pesquisa de Inovação em Micro e Nanotecnologia (GPIMN), bem como ao Programa da Pós-graduação em Engenharia Química (PPGEQ) e ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Têxtil (PPgET). Heriberto fala que o primeiro protótipo da tecnologia foi construído durante o primeiro ano da pandemia, quando a dupla estudou a possibilidade de obter os nanomateriais por meio de upcycling, termo que trata de dar um novo uso a materiais que seriam levados ao lixo. Ainda sobre o caminho da pesquisa, o professor acrescenta que, logo em seguida, foram realizados os principais ensaios de caracterização que comprovam a obtenção de nanofolhas de GO e OGR a partir de resíduos orgânicos.

“O passo seguinte do desenvolvimento da tecnologia foi focar na pré-incubação e estudar os custos relacionados ao rendimento de nanomaterial obtido a partir de uma maior quantidade de resíduo sólido proveniente da indústria para, posteriormente, precificar e implementar junto ao mercado. Pensando nisso, estamos em processo de pré-incubação na InPACTA, aqui no Centro de Tecnologia”, conta Heriberto ao falar da NanoUp, empresa formada pelos dois inventores que pretende atuar na produção de nanomateriais via upcycling para aplicação na indústria 4.0.

Ele acrescenta que essa patente é fruto de outras abordagens que ele e Rivaldo Leonn, atualmente também aluno de doutorado do PPGEQ, possuem em parceria de longa data, em pesquisas relacionados a síntese, obtenção e aplicação de nanomateriais, especificamente, em nanoestruturas 2D carbonácea, como grafeno, óxido de grafeno, óxido de grafeno reduzido e pontos quânticos de grafeno.

Ambos concordam que a principal relevância do patenteamento é a segurança jurídica que o processo permite em sermos proprietários da tecnologia, pois viabiliza qualquer meio legal de gerar receita com esse documento. “Além disso, é mais uma demonstração cabal de que os esforços de otimizar, melhorar e amplificar a ciência não permanecem somente na academia, mas sim ultrapassam as barreiras da universidade como um meio de alcançar a indústria e a sociedade”, conclui Rivaldo.

Wilson Galvão, da Assessoria de Comunicação da Agência de Inovação da Reitoria/UFRN

wilson.galvao@ufrn.br

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Instituto Metrópole Digital oferta duas vagas para cadastro de reserva de professor substituto

Processo seletivo é realizado pela Progesp e remuneração varia entre R$ 2.654,37 e R$ 3.606,45

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abriu processo seletivo simplificado para contratação de professores substitutos. As vagas estão distribuídas entre centros e unidades acadêmicas especializadas da instituição. O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) disponibiliza vagas para a criação de cadastro reserva no que diz respeito a duas disciplinas.

Segundo o  Edital nº 08/2023, publicado pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGESP) na última segunda-feira (17), as vagas destinadas ao IMD são relacionadas às áreas de Segurança da Informação (20h semanais) e Sistemas de Informações Gerenciais (20h semanais). Em ambos os casos o candidato deverá ter titulação mínima de graduação em Computação e também deve possuir pós-graduação – especialização, mestrado ou doutorado.

Dependendo do perfil do candidato, a remuneração pode variar entre R$ R$ 2.654,37 e R$ 3.606,45. Os interessados deverão realizar a inscrição por meio de formulário disponível no site do SIGRH, na aba “Concursos”, ou no referido Edital. As inscrições estarão abertas a partir da segunda-feira, 23 de janeiro, até o dia 6 de fevereiro.

A taxa de inscrição, no valor de R$ 50,00, deverá ser paga entre os dias 25 de janeiro e 9 de fevereiro. O resultado com a lista definitiva de inscritos no processo seletivo está previsto para ser divulgado no dia 23 de fevereiro, nos sites do SIGRH e da Progesp.

Assessoria de Comunicação do Instituto Metrópole Digital/UFRN

(84) 99229-6564

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Banda Camomila Chá convida para ouvir em primeira mão o novo single "Brisa", nesta terça

Confirme presença e recebe o link pelo WhatsApp: (84) 99831-9491

A banda Camomila Chá te convida para ouvir em primeira mão o novo single "Brisa", nesta terça-feira (24), às 19h30, via platafoma zoom.

Embalada pela força das águas e o frescor da brisa do verão, a música é um convite a olhar para dentro de nós com um olhar de amor, sabendo que temos força para superar obstáculos dando passos em direção ao nosso desenvolvimento como ser contando com nossa força. Tudo isso embalado pelo barulho do mar e da brisa que passa.

Poder partilhar esse momento com você será especial para nós!

Luciana Oliveira/Assessora de Imprensa

luciana@sollarcomunicacao.com.br

(84) 98728-0813

Imagem convite

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

“Baluartes - Terra Sombria” livro de aventura discute também escravidão, preconceito e genocídio

 

O Livro “Baluartes: Terra Sombria”, de histórias de terror e aventura que se passa no Brasil Colônia do Século XVIII, tem autoria do jornalista, escritor e pesquisador Clinton Davisson Fialho. A publicação, segundo o autor, é recheada de muita pesquisa, ação e pitadas de humor, voltada ao público infanto-juvenil, e que não tem contraindicações. Em clima de aventura histórica, o livro discute também assuntos sérios como a escravidão, o preconceito e o genocídio dos Goitacazes no século XVIII.

A narrativo se passa em 1780, onde três jovens são recrutados por uma organização secreta, os Baluartes, para ir até o Brasil Colônia investigar histórias do Saci, da Cuca, do Curupira e da Mula Sem Cabeça e descobre que é tudo verdade. Os protagonistas são uma indígena brasileira, um estudante português e um príncipe africano, as três etnias que viriam a formar a identidade brasileira.

Este é o 5º livro de Clinton Davisson e o primeiro da série Baluartes que demandou 12 anos de pesquisa sobre o folclore nacional, a história do Brasil Colonial, a Cultura Africana e Indígena. Clinton Davisson Fialho é natural de Volta Redonda (RJ) e atualmente é pesquisador da Fiocruz, na área de saúde indígena. (clinton.fialho@saude.gov.br).

“Baluartes: Terra Sombria”, publicação da Editora Avec

Foto capa do livro/Divulgação

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Bardallos recebe DJ’s potiguares em noite Groove neste sábado (21)

Evento começa a partir das 20h, com acesso gratuito

A noite deste sábado (21) promete agitar a Cidade Alta, em um dos bares mais badalados do Centro de Natal. Isso porque, três DJ’s potiguares se uniram para a realização de um projeto intitulado Disco Groove. O evento será realizado no Bardallos Comida e Arte, localizado na Rua Gonçalves Lêdo, 678, a partir das 20h, com entrada gratuita.

Conheça esses três DJ’s que já garantiram que vão tocar diversos ritmos musicais para a galera mexer o esqueleto.

DJ DaLama é potiguar, mas reside em São Paulo há mais de 15 anos, atuando no frenético cenário paulistano e idealizador do espaço cultural Versus, no Bixiga. O DJ irá tocar exclusivamente com discos de vinil compacto 7.

DJ François G, que também é potiguar, mora em Boston há mais de 10 anos e recentemente lançou um projeto chamado Natown In The Remix, disponível em todas as plataformas digitais.

DJ Samir, bastante conhecido já na cena natalense, agita todas as quintas-feiras no Bardallos com a Quinta Discow e participa de projetos com outros artistas potiguares.

Enviado por Nanda Psoa

nandapsoa@gmail.com

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Mostra “Sífilis História, Ciência e Arte” é premiada com o "Oscar dos eventos"

Exposição recebeu o Troféu Jacaré de Ouro na categoria Eventos do Prêmio Caio de Alcântara Machado

A exposição “Sífilis: História, Ciência e Arte” recebeu o Troféu Jacaré pelo primeiro lugar na categoria Eventos (Mostra e Exposição) do Prêmio Caio, da Revista Eventos, que reconhece o trabalho de empresas e profissionais da indústria brasileira de eventos e turismo com o objetivo de valorizar o segmento na mídia. Criado em 1999, o prêmio é considerado o “Oscar dos Eventos” e é uma homenagem ao pioneiro do setor no Brasil, Caio de Alcântara Machado.

Realizada no Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial, no Rio de Janeiro, entre 18 de novembro de 2021 e 20 de fevereiro de 2022, a mostra Sífilis: História, Ciência e Arte foi dividida em três módulos temáticos: histórico, científico e artístico. No evento foram expostos documentos, dados epidemiológicos, marcos científicos sobre a doença, reprodução de obras de arte e objetos como instrumentos de diagnóstico usados no passado e, em destaque, um frasco de penicilina datado de 1940. A organizadora da exposição é a GUC Eventos.

“Sífilis: História, Ciência e Arte” foi idealizada pelo então Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde, (DCCI-SVS) em parceria com o Centro Cultural do Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e com o professor e médico Mauro Romero, curador emérito da exposição, representando a Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis (SBDST) e o Setor de DST da Universidade Federal Fluminense (UFF)

“A exposição da sífilis foi um projeto construído de forma intersetorial para permitir uma abordagem abrangente de uma doença tão antiga e ao mesmo tempo ainda tão frequente na atualidade”, afirmou a coordenadora geral de Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Angélica Miranda. “O objetivo foi abordar os diferentes aspectos da doença e proporcionar educação em saúde direcionada principalmente ao público jovem, para que possam estar atentos às formas de prevenção, pois somente se previne o que se conhece”, completou.

A exposição pode receber visitas on-line, por meio do link http://exposifilis.aids.gov.br/tour

O que é o prêmio - Caio de Alcântara Machado, que dá nome ao prêmio, foi pioneiro na área de eventos e feiras de negócios e, ao longo de sua carreira, recebeu os prêmios Homem de Marketing do Ano da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) e Legião de Honra da França. Foi, ainda, o primeiro profissional a receber o Grand Prix Prêmio Caio, na primeira edição do Prêmio Caio, em 2000.

Já o troféu Jacaré de Outro é entregue aos melhores trabalhos inspirado na frase “um dia vai dar jacaré”, ouvida por Caio Alcântara Machado de um amigo, que tinha por hábito apostar no jogo do bicho. Sempre que era perguntado sobre o investimento em feiras e eventos, Caio Machado repetia a frase, que acabou por dar nome à premiação.

Por Núcleo de Comunicação da Secretaria de Vigilância em Saúde/

Ministério da Saúde

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

A Natal que Manoel Dantas não viu!

Natal que Manoel Dantas não viu

Por João Gothardo Dantas Emerenciano

Avenida Rio Branco no final da década 1950
A cidade do Natal, no ano de 1959, estava longe de ser a “metrópole do Oriente da América” que Manoel Dantas (1867-1924) previu na sua histórica conferência Natal daqui a cinqüenta anos, proferida no salão nobre do palácio do Governo do Estado, no dia 21 de março de 1909, e que segundo o poeta Jota Medeiros constitui o marco do Futurismo, antecedendo o manifesto de Marinetti.

Com uma população de aproximadamente 167.202 habitantes distribuídos em doze bairros – Santos Reis, Rocas, Ribeira, Cidade Alta, Petrópolis, Tirol, Alecrim, Lagoa Seca, Lagoa Nova, Dix-sept Rosado, Quintas e Mãe Luiza – Natal apresentava insuficiência urbanística caracterizada pela modéstia das edificações, precariedade da malha viária, transportes coletivos obsoletos e, sobretudo, ausência de indústrias.

Região do Baldo no final da década 1950
A administração do município, que tinha 489 logradouros públicos (avenidas, ruas, travessas, praças e vilas), era coordenada por três secretarias (Finanças, Negócios Internos e Jurídicos, Viação e Obras) reunindo vinte e seis repartições. Tinha o suporte da Companhia Força e Luz Nordeste do Brasil, Serviço de Água e Esgoto de Natal, Serviço de Limpeza Pública e o Serviço de Transportes Coletivos que supervisionava as doze linhas de auto-ônibus (Rocas/Matadouro; Jaguarari; Petrópolis/Grande Ponto; Tirol/Grande Ponto; Circular; Lagoa Nova/Alecrim; Avenida 4; Avenida 10; Rocas/Igapó; Grande Ponto/Praça Augusto Leite; Circular via Alexandrino de Alencar; Natal/Parnamirim) e treze linhas de auto-lotação e micro-ônibus, considerados coletivos de primeira categoria, atendendo no horário das 5 às 22 horas com pequenas modificações no percurso realizado pelos auto-ônibus que funcionavam das 5 às 24 horas.

A educação era ministrada por oito estabelecimentos de ensino superior (Escola de Engenharia, Escola de Serviço Social, Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Atuarias, Faculdade de Direito, Faculdade de Farmácia e Odontologia, Faculdade de Filosofia, Faculdade de Medicina, Instituto Filosófico São João Bosco); quatorze cursos secundários (Colégio Imaculada Conceição, Colégio N. Senhora das Neves, Colégio Santo Antônio, Escola Doméstica, Escola Industrial, Escola Normal, Escola Técnica de Comércio Alberto Maranhão, Escola Técnica de Comércio de Natal, Escola Técnica Visconde de Cairu, Ginásio São Luiz, Ginásio 7 de Setembro, Instituto de Educação do Rio Grande do Norte, Seminário e Instituto Batista Bereiano, Seminário Menor de São Pedro); cento e sessenta escolas mantidos pelo Governo do Estado e noventa e oito “escolinhas” mantidas pela Prefeitura, além de vinte e um cursos particulares.

O sistema de saúde tinha o atendimento de trinta e seis estabelecimentos (hospitais, casas de saúde e ambulatórios) sendo o principal deles o Hospital Miguel Couto, atual Hospital Universitário Onofre Lopes.

O cemitério do Alecrim continuava a ser o nosso único Campo Santo, “onde o cipreste chora noite e dia a música dorida de saudades pungentes”.

A inexistência de supermercado forçava a população a fazer suas compras nos quatro mercados (Cidade Alta, Alecrim, Quintas e Ribeira) e nas mercearias e bodegas.

O lazer era feito nos vinte e cinco clubes recreativos existentes, no Teatro Alberto Maranhão, e nos cinemas, Rex, Rio Grande, Nordeste, São Luiz, São Pedro, São Sebastião, São João e Potengi, além do passeio de barco a motor e a vela até a praia da Redinha, com saída do porto flutuante do Canto do Mangue.

Os jornais “A República”, “Diário de Natal”, “Jornal de Natal”, “O Poti”, “Tribuna do Norte”,  e as estações de rádio, Cabugi, Nordeste, Poti e Emissora de Educação Rural, disputavam os leitores e a audiência da população que tinha poucos divertimentos.

Afora os equipamentos e serviços citados existiam em Natal, “no ano da Graça de 1959”, dez bancos, três bibliotecas, nove cartórios, seis consulados, doze cooperativas, dez agências de correios e telégrafos, treze hotéis, seis pensões, quarenta e sete templos católicos, vinte templos protestantes, dezessete centros espíritas, quatro lojas maçônicas, oito “praças” de automóveis de aluguel, trinta e um sindicatos, nove agências de transportes fluvial (Natal/Redinha), vinte e uma agências de transportes rodoviário e a Rede Ferroviária do Nordeste, que fazia o tráfego com municípios dos Estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, além da cidade do Recife.

- Texto reproduzido do Jornal Zona Sul - tendo como fontes: Natal daqui a cinqüenta anos, de Manoel Dantas, Fundação José Augusto/Sebo Vermelho, Natal 1996; Guia da Cidade do Natal de J.A. Negromonte e Etelvino Vera Cruz.

-Quem foi Manoel Dantas, confira em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/a-inteliga-ncia-de-manoel-dantas/534948

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