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domingo, 22 de outubro de 2017

Mensagem de fé: Dívidas e dúvidas

MENSAGEM DE FÉ

DÍVIDAS E DÚVIDAS

Por Valério Mesquita*
Mesquita.valerio@gmail.com

Tudo parte de um questionamento, certa vez, do amigo jornalista Paulo Tarcísio Cavalcanti, que reflete, com exatidão a dúvida inquietante de milhões de pessoas no mundo, quer sejam religiosas ou agnósticas. Suas reflexões constituem um verdadeiro questionário.

A primeira é se o Filho de Deus voltará, como asseguram as Escrituras. O próprio Jesus foi categórico: “Não vos deixarei órfãos. Eu voltarei para vós” (João 14.18). Não definiu a forma nem o tempo de sua volta. Está presente cada dia no testemunho e na fé de cristãos convictos, na energia cósmica de sua palavra. Há uma forma espiritual, mística e amorosa de sua presença naquele que crer. Jesus retornando ao mundo hodierno continuará afirmando os mesmos valores eternos e imperecíveis: justiça, paz, misericórdia, caridade, o perdão e o amor.

Indaga se Jesus escolherá local para residir, como se a sua vinda fosse biológica ou fisiológica, fato que já se cumpriu no segundo Testamento por permissão do Pai, segundo inúmeras profecias. “Eis que estarei convosco até a consumação dos séculos”, disse o próprio Messias. Essa forma de renascer diuturnamente no coração dos mortais já resume um pressuposto de sua mensagem aos seres humanos do século 21, porque Ele é Espírito e não carne como o foi para expiar os pecados da humanidade com a programada morte na cruz. Se o mundo da informática fala com veemência na presença virtual, nós temos em Cristo a presença espiritual e mística, ambas poderosas e fortes.

“Quem Jesus escolherá para segui-Lo ou em que condições procederão os convidados?”. Da primeira vez Ele escolheu doze homens simples e iletrados, e com essa dúzia construiu o arcabouço de sua doutrina, unificada pela crença inabalável no Pai, no Filho e no Espírito Santo. Milhares morreram pela fé, ao longo do tempo. Se os potentados não o levaram a sério naquele tempo, posso afirmar que já são bilhões no mundo que pensam de forma diversa. Ora, o Filho de Deus conclamará todos que tiverem as mãos vazias e o coração pobre, mas rico do Espírito Santo que inclina o homem para o Bem. Ninguém precisa ter diploma, como você alude. Diploma é uma formalidade do mundo. E na atualidade além de pessoas simples, humildes, pobres e de diferentes camadas, há também doutores em teologia, padres, pastores, obreiros de diversos matizes. A mensagem do Senhor não é meramente social, mas de palavra e de vida. (“Vim para que todos tenham a vida e vida em abundância” – João 10.10). Sobre os castigos a Ele impostos, devo dizer que a lógica de Deus não é a lógica dos homens. Cristo aceitou e enfrentou todas as felonias e dores humanas para cumprir o que já estava escrito desde os profetas Jeremias e Isaías. Ele próprio pregou o tempo todo o padecimento e morte que iria sofrer. Seria enfadonho e não caberia citar as referências dos quatros evangelhos.

Jesus não anunciou a sua volta nas mesmas condições que veio ao mundo da primeira vez. Imolou-se em sacrifício, como forma emblemática, marcante, demarcadora perante a história da humanidade. Não regressará a terra para se submeter mais a nenhuma paixão. O que aconteceu com Ele foi um evento divino e não profano. Filme e novela sim, têm reprises. Aquele sacrifício foi único, indivisível, histórico e individual. Jesus Cristo nunca sentou no trono de Davi, nem de Salomão, portanto, denominá-lo Rei dos Judeus constituiu-se mais num deboche do império romano, depois, destruído pelos bárbaros. Sabemos que na modernidade a violência, a corrupção, a desobediência, a falta de solidariedade e o desamor ao próximo são as práticas que ainda o crucificam na cruz, diariamente. Lembre-se que o sacrifício daquele corpo, do Homem-Deus, foi fazer a vontade de Deus. Ele que era Deus, era a vida. “Derramou um sangue espiritual, divino, dando de si Deus em si”, na maravilhosa síntese de Chiara Lubich no seu livro “O grito”.

*Escritor / com post na página do IHGRN

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Palestra destaca importância da prevenção do câncer de mama

Em meio às atividades do Outubro Rosa, o Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte (NEMS/RN) reuniu mais de 80 pessoas, entre funcionários, colaboradores do Núcleo e convidados, em palestra sobre a importância da prevenção do câncer de mama. Intermediado por Lindamar de Queiroz Tôrres, voluntária da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, o evento ocorreu na quarta-feira (18), no auditório do NEMS/RN.

Na abertura do evento, o chefe substituto da Divisão de Gestão do NEMS/RN, Fernando Amaral, destacou a estratégia de direcionamento do Ministério. “Estamos promovendo essas ações com o direcionamento que o Ministério da Saúde tem em relação ao apoio institucional de articulação federativa para que os Núcleos estejam integrados aos parceiros nos estados e municípios, que é uma novidade da atual gestão que se preconizou para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde”, frisou.

Apresentando dados estatísticos preocupantes de incidência de câncer de mama no estado do Rio Grande do Norte e os principais sinais da doença, a palestrante abordou as causas, tais como genéticos (hereditários), endócrinos, menopausa, idade, sedentarismo e outros fatores de risco da doença, que também acomete em homens, destacando os critérios de prevenção, a importância da realização do autoexame de apalpação em frente ao espelho, sem esquecer do exame clínico anual de mamografia, que aumentam as chances de cura com a descoberta precoce da doença.

Assistente Social, Lindamar Tôrres trabalha há 18 anos como voluntária da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, que administra a Casa de Apoio Irmã Gabriela, da Liga Norte-riograndense contra o Câncer, embora tenha se dedicado ao trabalho voluntário ao ser curada de câncer de mama há 34 anos. Segundo ela, ainda existe desinformação por parte das mulheres, aumentando a cada ano o índice de casos da doença. “Por isso, o importante é fazer o exame clínico anualmente, como também o autoexame das mamas regularmente desde a juventude”, esclareceu. Com a experiência de seu trabalho de coordenadora do setor de Educação e Divulgação da Rede Feminina de Combate ao Câncer no RN, a palestrante ressaltou fatores de contribuição para o êxito de cura, como bons hábitos, qualidade de vida saudável, bem-estar, ter espiritualidade, fé, autoestima e apoio familiar e dos amigos.

A servidora da Seção de Gestão de Pessoas (SEGEP/RN) Maria Betânia de Oliveira, como representante das mulheres do Núcleo, deu um relevante depoimento sobre a importância da prevenção. “Ao fazer o exame de mama com o médico mastologista, descobri estar com câncer de tireoide e graças a Deus fui curada, já faz dez anos”, relatou. Outra servidora presente no auditório, Rosângela Moura, da Seção de Gestão de Convênios (SECON/RN), também contou um pouco de sua história, quando descobriu que estava com câncer de mama aos 34 anos de idade. “Sentia dores no mamilo e fiz o exame com o médico que explicou para não me preocupar, que não era câncer. Porém, seis meses depois fiz novo preventivo e a mamografia acusou a doença, submeti a cirurgia e fui curada”, relatou. Ela comentou, ainda, que estava fora dos fatores de risco, tanto pela idade de fazer o exame preventivo, como por não ter histórico familiar, e que isso seja um alerta para as mulheres.

O Ministério da Saúde preconiza um rastreamento para mulheres, a partir dos 50 anos e para os casos de risco, acima dos 35, a realizar a mamografia, diminuindo os riscos que aparecem nesta faixa etária, e garante pelo sancionamento da Lei nº 12.732/2012, aos pacientes com câncer o início do tratamento em no máximo 60 dias após a inclusão da doença em seu prontuário no SUS.

A palestra reuniu no auditório funcionários e colaboradores do órgão, além de convidados representantes da saúde pública estadual e municipais, entre os quais, Marcos Aurélio de Paiva Rêgo, superintendente estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa); Iracy Nestor, representante da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) e Marcela Cabral de Souza Lima, da Saúde da Mulher/Sesap; Joana D’Arc, da Secretaria de Saúde do Natal (SMS); Solane Costa, do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS/RN); a representante da diretoria da Liga Norte-riograndense contra o Câncer, Maria do Socorro Azevedo; as voluntárias da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, Eliana Faria de Queiroz, Ana Lúcia Lima Feitosa e Marlene Cezar do Nascimento.

Para o chefe interino do Serviço de Administração do NEMS/RN, Francisco Júnior do Rêgo, “esse é um momento de aproximação do Núcleo do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte, juntamente com a FUNASA, com foco de estarmos próximos de estado e municípios na construção ascendente e coletiva das políticas públicas de saúde”.

“Com a realização do Projeto Outubro Rosa, consolidamos a nova estratégia de atuação do Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte, com foco na valorização do Sistema Único de Saúde, desde a sua base, com a participação em construção coletiva de todos os seus protagonistas, alinhado igualmente com as políticas públicas de planejamento em saúde promovidas pelo Ministério da Saúde e com repercussão mundial”, ressaltou o coordenador do Projeto Outubro Rosa NEMS/RN, Flávio Luiz Carneiro Cavalcanti.

Para Regina Pereira Ramos, da equipe de coordenação do Projeto Outubro Rosa NEMS/RN, “o que vivenciamos foi um momento ímpar, de um novo momento do NEMS/RN, vivo e atuante. Pensamos o evento com detalhes, desde o som ambiente, a decoração, o acolhimento das recepcionistas e a contribuição da equipe de serviços gerais”.

Neste contexto de prevenção ao câncer de mama, o representante substituto do gestor da Seção de Convênios (SECON/RN), Tácio Dantas de Brito Guerra, que participou da palestra, entende que “o Ministério tem esse elo de integração para garantir apoio indispensável na estruturação do sistema, contribuindo na assistência ao usuário”.

Destacando o papel que o evento tem de conscientizar os servidores para questões de saúde, o superintendente estadual da Funasa, Marcos Aurélio Rêgo, afirmou da importância de ter mais engajamento. “Temos que trazer parceiros, a exemplo deste evento, que é mais um compromisso para a saúde pública”, disse.

Na visão da representante do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS/RN), Solane Costa, “é com alegria que volto a este Ministério e vejo agora todos de casa nova, com felicidade nos olhos, com as energias renovadas. Parabenizo a nova gestão que fortalece a parceria e a missão dos apoiadores nas políticas públicas de saúde junto aos municípios”.

Estatística Outubro Rosa

As estatísticas indicam que no Brasil em 2017, as estimativas de incidência de câncer de mama eram de 57.960 casos novos, com um risco estimado de 56,20 casos a cada 100 mil mulheres, sem considerar os tumores de pele não melanoma (dados do INCA). Para o Rio Grande do Norte, as estimativas de câncer de mama são de 720 novos casos no estado e 230 casos na capital.

Óbitos

E os números de mortes no ano de 2013 no Brasil (dados do SIM) foram no total de 14.388, sendo 14.206 mulheres e 181 homens. No RN, os óbitos por câncer de mama, no período de 2010 a 2015, somam 1.185 mortes, com maior quantidade em 2014, com 243 mortes. No ano seguinte, em 2015, foram 229 óbitos, no estado do Rio Grande do Norte, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). [Blogda Saúde]
Fotos: ascom/nems-rn

©2017 www.AssessoRN.com | Jornalista João Bosco Araújo - Twitter @AssessoRN 


Artigo Casa Durval Paiva: Superando os desafios do câncer e enfrentando a vida através da arte

Por Patrícia Oliveira Araújo
Arte Educadora - Casa Durval Paiva

Ao falarmos sobre um assunto como o câncer, seja em qual âmbito for o semblante das pessoas muda. Entende-se que um tratamento contra o câncer, é algo pesado, sério e maçante. Muitas vezes ao falarmos sobre o câncer infantojuvenil, nos deparamos com falas do tipo: “Em adulto a gente até espera...”; “Em adultos a gente até entende, mas em crianças...”, como tantas outras falas, ou seja, a empatia das pessoas com relação ao câncer é imediata.

Se para as pessoas que estão fora desse convívio e fora dessa realidade que é o tratamento contra o câncer sente-se tocadas e se sensibilizam sobre o assunto, imagine a família do paciente, quando recebe a notícia de que seu filho, neto ou sobrinho foi diagnosticado com câncer. É algo impactante, de difícil aceitação, é o momento em que o indivíduo se encontra com o seu “eu” e questiona sobre muitas coisas na vida. Demora um pouco para a “ficha” cair, mas, no decorrer de algumas semanas, uma armadura vai sendo criada, pois esse adulto precisa ser forte, demonstrar bravura e segurança, para que junto ao seu familiar consiga processar essa informação, além de ajudar na nova rotina familiar, nas idas ao médico e no enfrentamento do tratamento em busca da cura.

Ao cobrarmos essa armadura dos adultos, pois comparados com as crianças estão bem mais “preparados”, esquecemos que dentro deles também bate um coração não preparado para a notícia, que tem medo, mas terão que mascará-lo. Na realidade, os adultos também precisam ser acolhidos, se sentir seguros, reunir e transmitir forças. Muitas vezes, direcionamos nossos cuidados ao paciente, quando esses cuidados devem ser estendidos aos familiares do mesmo, pois serão eles que, juntamente com o paciente, terão suas rotinas familiares totalmente alteradas, que irão estar ao lado do paciente sempre que precisar e que terão de ser fortes, quando nem sabiam que precisariam ser.

Na Casa de Apoio a Criança com Câncer, os cuidados vão para além do paciente, quando acolhemos toda a família. Uma das formas de desenvolver esse trabalho é o acolhimento realizado na Sala de Artes da instituição, onde as mães e acompanhantes desenvolvem trabalhos artesanais. Essa atividade é empreendida com a finalidade terapêutica, para que essas mães possam sentir-se amparadas, dividir um pouco o peso e carga que estão levando e consigam socializar com outras mães e acompanhantes sobre o novo cotidiano.

É interessante ver como a arte consegue mudar a vida dessas mães e acompanhantes. No momento que chegam à sala de artes estão debilitadas, com baixa autoestima, fragilizadas, mas com alguns meses de trabalhos manuais, começam a se envolver nas atividades, se expressar através da arte e melhorar sua saúde através da terapia, uma vez que, elevando sua autoestima, consequentemente, se obtém a melhora da imunidade, beneficiando também para além da vivência com outros familiares, levando ao melhor enfrentamento da rotina hospitalar.

Assim, o enfrentamento realizado através da arte promove o retorno da autoestima desse acompanhante e, consequentemente, do meio em que ele está inserido, abrindo um novo horizonte para o retorno da alegria, da comunicação, resultando na melhor defrontação em busca da cura.
Assessoria de Comunicação
Casa Durval Paiva
Foto relacionada à divulgação

Lançamento do Campus Seguro inaugura projeto de universidade inteligente


A segurança da comunidade universitária ganha reforço da tecnologia com o aplicativo Campus Seguro, lançado oficialmente pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) nesta sexta-feira, 20, no Instituto Metrópole Digital (IMD). A solução foi desenvolvida pelo projeto Smart Metropolis do IMD, em parceria com a Diretoria de Segurança Patrimonial (DSP), para garantir maior rapidez e qualidade no atendimento da segurança por meio do cadastro de ocorrências via celular.

Na ocasião, o coordenador do Smart Metropolis, professor Frederico Lopes, explicou as funcionalidades da ferramenta e destacou sua importância para o planejamento da DSP, a partir do fornecimento de informações e dados estatísticos. A versão inicial será disponibilizada nos próximos dias para dispositivos Android e contemplará o cadastro das ocorrências mais frequentes na UFRN. A equipe já trabalha na adaptação para o sistema operacional iOS, além da criação de novos recursos como botão do pânico, para uso em casos urgentes, e vias azuis, que sinalizam trajetos com monitoramento de câmeras para o usuário chegar ao seu destino. 


O Campus Seguro é o primeiro produto lançado pelo projeto Smart Campus, coordenado pelo Smart Metropolis para desenvolver soluções tecnológicas que transformem a UFRN em um campus inteligente. A coordenadora do Smart Campus, Thaís Batista, anunciou o desenvolvimento de dois novos aplicativos voltados para a eficiência energética. Um deles fará o controle automático dos aparelhos de ar condicionado da universidade, enquanto outro irá monitorar o uso da energia elétrica em todas as unidades.

A reitora da UFRN, Angela Maria Paiva Cruz, destacou a relevância do apoio tecnológico para soluções com economia financeira, além de proporcionar sustentabilidade e qualidade de vida que podem se estender para outros lugares. “Essas inovações mostram nossa competência de colaborar cada vez mais com políticas públicas em saúde, educação, segurança, entre outras áreas. Os aplicativos beneficiam não apenas a UFRN, mas também a sociedade em geral”.

Como usar

Para acessar o Campus Seguro, é necessário informar login e senha cadastrados para os sistemas integrados da UFRN, o que garante uso restrito da comunidade universitária. Após a identificação, é aberta a janela para cadastro da ocorrência a partir do seu tipo – assalto, colisão de veículos, consumo de drogas, entre outros – com a posterior localização da atitude suspeita. Em seguida, o usuário insere informações adicionais e finaliza o envio da ocorrência, cujo andamento pode ser acompanhado por meio de notificações no aplicativo. [Marina Gadelha – ASCOM – Reitoria/UFRN]
Fotos relacionadas à divulgação/Cícero Oliveira

Cascudo Bistrô e Magazzino promovem jantar harmonizado em novembro

No próximo dia 06 de novembro(2ª feira), o Cascudo Bistrô e o Magazzino Vinhos & Cozinha estarão realizando um jantar harmonizado com a apresentação de quatro rótulos da marca Paulo Laureano, produzida pelo próprio. Referência no Alentejo e um dos mais conceituados enólogos portugueses, Paulo Laureano estará em Natal para participar do evento.
          
A entrada do jantar, que terá início às 20h será o duo português (bolinho de bacalhau e polvo com batata) acompanhado do vinho Paulo Laureano Clássico Branco.  Já o primeiro prato, harmonizado com o Paulo Laureano Premium Vinhas Velhas, será o lombo de bacalhau ao forno com purê de alho.

O segundo prato principal da noite será o cordeiro em crosta de ervas e batatas crocantes escoltado pelo vinho Paulo Laureano Reserva Tinto. Para finalizar, a sobremesa será o quindim servido com o Paulo Laureano Tradições Antigas (talha de barro).

O valor do jantar harmonizado, por pessoa, é de R$ 140,00. As vagas são limitadas e as reservas podem ser feitas diretamente no Magazzino Vinhos & Cozinha ou pelo telefone: (84) 3212-1477. [por assessoria de imprensa]

Foto relacionada à divulgação

Garibaldi assume presidência do PMDB no RN

“Aceitei o desafio e darei o melhor de mim”, diz Garibaldi ao assumir presidência do PMDB/RN

O senador Garibaldi Alves Filho foi eleito presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) do Rio Grande do Norte, em solenidade nesta sexta-feira (20), na sede do diretório estadual do partido em Natal. Ele assume a presidência durante o biênio 2017-2018, tendo como vice-presidente, o deputado federal Walter Alves.

Garibaldi ressaltou a responsabilidade enquanto estiver como presidente do partido, citando que o PMDB está presente em 71 prefeituras dos 167 municípios do estado, com 44 prefeitos e 27 vice-prefeitos, e representação com vereadores em todas as câmaras municipais.


“Aceitei o desafio e vou honrar dando o melhor de mim, como sempre fiz. Temos a responsabilidade de continuar preparando os partidários para desempenhar melhor suas funçõe. Para isso, vamos focar na Fundação Ulysses Guimarães mantendo os projetos e pensando em novos. O PMDB teve a marca de Aluisio Alves e do ex-ministro Henrique Alves, a que não podemos esquecer, pois foi fundamental para o partido e o desenvolvimento do estado.”, disse.

O presidente eleito falou ainda sobre as eleições de 2018, afirmando estar aberto a todos os diálogos, sem discriminar nenhum outro partido disposto a conversar, apesar de não ser uma prioridade do momento. “Vivemos um momento político delicado, contudo, não se pode afirmar que seja restrito ao PMDB. Quem acha que o partido está enfraquecido e derrotado, está enganado. Ninguém conseguirá derrubar o PMDB. Não discriminamos nenhum outro partido, porém qualquer conversa tem que respeitar a história do PMDB” afirmou.

A convenção estadual do PMDB/RN contou com a presença do deputado federal Walter Alves; os deputados estaduais Hermano Morais, Gustavo Fernandes e José Adécio; prefeito em exercício de Natal, Álvaro Dias; vereadores de Natal, Felipe Alves e Ubaldo Fernandes; a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro; presidente de honra do PMDB, Geraldo Melo; além de prefeitos e vereadores do interior do RN. [Por assessoria de imprensa]
Fotos relacionadas à divulgação

Coletiva de Imprensa apresentará relatório final do processo de canonização dos Mártires do RN

Arquidiocese realiza coletiva para apresentar relatório final da canonização

A Arquidiocese de Natal realiza uma entrevista coletiva, na próxima segunda-feira, 23, às 10 horas, no Centro Pastoral Pio X (subsolo da Catedral). O assunto será os “Mártires de Cunhaú e Uruaçu, os primeiros Santos Mártires do Brasil”, canonizados pelo Papa Francisco, no último domingo, 15.

Na coletiva, atenderão à imprensa o arcebispo metropolitano Dom Jaime Vieira Rocha e o vice-postulador do processo de canonização, Padre Júlio César Souza Cavalcante. Na ocasião, será apresentada a positio, que é o relatório final do processo de canonização, preparado pelo postulador junto à Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano, o Padre Giovanni Califano.

Coletiva de Imprensa
Dia: 23 de outubro de 2017
Horário: 10 horas
Local: Centro Pastoral Pio X (subsolo da Catedral Metropolitana)

Pascom Arquidiocese de Natal

Trilhas Potiguares atravessa fronteira oceânica e chega ao continente africano

TRILHAS POTIGUARES ATRAVESSA O OCEANO

Doze estudantes e 2 coordenadores cruzam os nove mil quilômetros que separam o Brasil de Moçambique para aterrissar com o Trilhas Potiguares no continente africano. A expedição é inédita no âmbito das mais de duas décadas de criação do Programa e será responsável por planejar e executar atividades compostas por mini-cursos, oficinas e palestras na cidade de Maxixe, local de uma das unidades da Universidade Pedagógica da Maxixe, parceira da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Com alunos de jornalismo, administração, odontologia, educação física, enfermagem, ciências biológicas, pedagogia, artes e teatro, escolhidos em edital, a primeira edição do projeto "Trilhas Internacional Brasil/África" será uma oportunidade para que alunos como Luan Thallyson Dantas de Assis, estudante do quarto período de enfermagem, desenvolva intervenções de acordo com as demandas levantadas pela equipe de Moçambique durante as videoconferências preparatórias.

“Para esse projeto, adotou-se uma metodologia semelhante à disciplina Saúde e Cidadania, onde a gente identifica um agravo ou um problema e planeja uma forma de intervir nestas ocasiões. Porém, isso dentro de uma comunidade que não conhecemos, exigirá uma forma de pensar e agir diferente, com um novo raciocínio. A gente vai ser instigado a atuar clinicamente dentro de uma nova estrutura e nova esfera”, colocou.

Utilizando o exemplo do plano de ação, Luan destacou que a forma de didática, do ensino, as crenças e até mesmo o modelo político do país africano influenciam as proposições que formam o plano. Ele citou educação ambiental, epidemiologia e malária como temas que receberão exposições especiais. Não por acaso.

Segundo o Banco Mundial, a malária é a causa de morte mais comum em Moçambique, sendo responsável por 35% da mortalidade infantil e 29% da população em geral. O índice de progresso social no acesso a melhores fontes de água e saneamento classifica Moçambique na 128ª e 119ª posições, respectivamente, num total de 135 países. Na realidade, Moçambique possui um dos mais baixos níveis de consumo de água em todo o mundo, apesar de dispor de uma grande variedade de recursos hídricos. Cerca de 70% da sua população de 28 milhões de pessoas vive e trabalha em áreas rurais, justamente espaços onde as equipes realizarão intervenções. As condições, portanto, são propícias à incidência de epidemias. Segundo o estudante de enfermagem, a ideia é apresentar novas maneiras de prevenção.

Em ebulição, saberes populares e científicos serão assimilados pelos integrantes da equipe, a partir de contatos com a população moçambicana e com os alunos da universidade. Autoreferindo-se como alguém que “nunca saiu das fronteiras do Nordeste”, Ayrthon Weslley Vitorino de Medeiros, estudante do décimo semestre do curso de ciências biológicas, pretende assimilar esses saberes.

“Em relação ao aspecto profissional, é um diferencial gigantesco, sobretudo na prática: poder colocar o que você aprendeu aqui em outro lugar do mundo. Imagine, se o Trilhas aqui no Estado já tem uma dissonância tão grande de realidade, de cultura, fico imaginando o que vamos nos deparar em termos de atitudes, crenças e culinária. É uma experiência de vanguarda, pois em mais de 20 anos de Trilhas Potiguares e quase 60 de UFRN, é a primeira ação de extensão internacional. Penso que a nossa experiência sedimente o futuro internacional do programa. Espero colocar uma bandeira e deixar uma semente nas comunidades”.

Apesar da existência de dialetos, o país tem a língua portuguesa como a oficial, em virtude da colonização portuguesa. O domínio de Portugal só foi suplantado em 1975, o que nos leva a uma curiosidade: embora por pouco tempo, Moçambique foi governado pelo Brasil, na condição de país-sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, durante o século XIX. Neste período, a então vila de Moçambique foi elevada à condição de Cidade, no ano de 1818.

De coração aberto

“Eu aprendi que a gente tem que viajar pro Trilhas de coração aberto. Deixar aberto para que possamos absorver ao máximo o que o momento vai proporcionar”. Assim Rita de Cássia Lira da Silva, aluna do nono semestre de enfermagem, iniciou a conversa. Ela, a exemplo de Luan e Ayrthon, nunca saiu do Brasil e sustenta que esse período propiciará melhores formas de agir com os pacientes. “A participação no Trilhas é retornar um pouco a oportunidade de devolver à sociedade, de maneira aplicada, o que a UFRN nos dá: conhecimento. É um aprendizado constante”, conclui.

A troca de saberes é um dos aspectos realçados pelo pró-reitor adjunto de Extensão, Breno Cabral, ao sustentar que a singularidade da experiência para os envolvidos, a partir do mergulho em uma realidade diferente, assinala uma etapa distinta da atuação deles e da Universidade. “As ações serão realizadas durante oito dias em comunidades de Moçambique, com os participantes imersos em uma cultura diferente, em um intercâmbio que, sem sombra de dúvidas, marca de forma profunda a formação desses estudantes e da própria comunidade”.

As atividades do grupo nas comunidades acontecem entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, embora a expedição termine apenas no dia 3 de novembro, momento em que os integrantes do grupo participam da Conferência Internacional sobre Personalismo, promovida pela Universidade Pedagógica de Moçambique.

Segundo Breno Cabral, a necessidade de expandir a extensão universitária foi o que os moveu para viabilizar a iniciativa. Ele pontuou que a ação trará benefícios para a sociedade de Moçambique, com conhecimentos e experiências levados pelos brasileiros, a serem aplicados com grande potencial de sustentabilidade. “Além disso, a sociedade potiguar ganhará também, no momento em que nossos alunos serão multiplicadores de novas culturas e saberes que poderão ser colocados em prática em nossa sociedade de alguma forma. Não bastasse,vamos buscar ajudar comunidades menos favorecidas e que possam nos trazer o conhecimento de novas culturas em sociedades diferentes”. [ Por ASCOM – Reitoria/UFRN]

Artigo Casa Durval Paiva: A fragilidade da estrutura familiar presente na realidade dos pacientes oncohematológicos

Por Larissa Gregório Rocha
Assistente Social – Casa Durval Paiva
CRESS/RN 4793

A fragilidade familiar condiz à carência emocional e afetiva por parte do grupo familiar direcionada aos filhos. As crianças que foram rejeitadas, abandonadas, que não receberam carinho afetivo por parte da família tendem a ter uma carência afetiva, pois não aprenderam a dar ou receber carinho. É importante destacar que a maioria dessas pessoas se fecha emocionalmente, vivendo em uma espécie de bolha de difícil acesso. Ao receber o diagnostico a criança e/ou adolescente precisa ter a presença física e afetiva do grupo familiar para lhe encorajar a aderir ao tratamento e para dar continuidade ao processo curativo, que é a longo prazo.

Nota-se que no decorrer dos anos o conceito família vem sofrendo diversas transformações sociais, com variações consideráveis em decorrência dos desenvolvimentos sociais, culturais, de gêneros e econômicos de cada civilização, em face do interesse e do novo redimensionamento da sociedade, transformações essas que afetaram o sentido real de família, onde há uma quebra da estrutura familiar em que membros por não ter vínculos fortalecidos, não conseguem enxergar a gravidade da doença e a importância de se fazer presente nesse momento difícil e doloroso.
O paciente que já tem entendimento se vê sozinho, distante de carinho maternal e cuidados necessários do tratamento. Os profissionais da equipe multidisciplinar devem estar atentos a essas situações de caráter social, visto que irão refletir na adesão e resposta ao tratamento do paciente.

Diante de situações de fragilidade familiar, o profissional de serviço social deve atuar de forma que realize intervenções no grupo familiar com direcionamento a rede assistencial através do Proteção e Atendimento Integral a Família (PAIF), a qual realiza ‘’trabalho de cunho social com famílias, de caráter continuado, com a finalidade de fortalecer a função protetiva da família, prevenir a ruptura de seus vínculos, promover seu acesso e usufruto de direitos e contribuir na melhoria de sua qualidade de vida.’’
Assessoria de Comunicação
Casa Durval Paiva
Foto relacionada à divulgação

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Projeto "Música Potiguar Nosso Som nas Escolas" recebe Daniel GetUp

O programa “Música Potiguar Nosso Som nas Escolas”, que faz parte da campanha “Música Potiguar – Nosso Som Tem Valor”, terá a sua nona edição, na próxima segunda-feira (23), às 15h, na Escola Estadual Graciliano Lordão. A apresentação será do cantor e rapper Daniel GetUp.

Desde o lançamento do projeto “Música Potiguar Nosso Som nas Escolas” no dia 8 de março, no colégio CEI Romualdo Galvão, as escolas parcerias vem trabalhando os artistas potiguares em suas propostas pedagógicas. No decorrer deste ano já tivemos a Escola Municipal Vereador José Sotero recebendo Sérgio Groove, Daniel GetUp e Sueldo Soares, o Colégio CEI Romualdo Galvão recebendo Carlinhos Zens, Diogo Guanabara, Larissa Costa e Hilkelia, a Escola Estadual Luiz Soares recebendo Nara Costa e Caio Padilha, a Escola Estadual Tiradentes recebendo Plutão Já Foi Planeta, e a Escola Municipal Professor Zuza, recebendo os artistas Camila Masiso, Luiz Gadelha, Marcos Souto e Valéria Oliveira, em todas essas escolas os alunos estudaram a biografia, discografia e letras dos artistas.

 O objetivo do projeto é apresentar o trabalho de artistas potiguares para as novas gerações, despertando o olhar dos jovens para o talento desses profissionais, bem como para a produção musical do nosso estado.

 No decorrer desse segundo semestre, outros encontros serão realizados, em escolas públicas e privadas da grande Natal, por meio de parcerias com a Green Point – uma das idealizadoras da campanha "Música Potiguar - Nosso Som Tem Valor".

SOBRE
Realizada pela Green Point e Dois.a Publicidade em parceria com a InterTV Cabugi, TVU, Rádio Universitária e Tribuna do Norte, a campanha "Música Potiguar - Nosso Som Tem Valor" tem como foco a valorização do trabalho do artista potiguar.

SERVIÇO:

MÚSICA POTIGUAR NOSSO SOM NAS ESCOLAS

DANIEL GETUP

23 de outubro, segunda-feira, às 15h

ESCOLA ESTADUAL GRACILIANO LORDÃO

Rua dos Pegas, 531 – Quintas -Natal - RN

APOIO: Sollar Comunicação e PlanoB  Marketing
Luciana Oliveira
Assessora de Imprensa
luciana@sollarcomunicacao.com.br
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Campanha reforça conscientização para a higienização das mãos

Uma parceria firmada no Hospital Federal da Lagoa (HFL) entre a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), o setor de Qualidade e Segurança e o setor Lagoa Voluntário, trouxe um reforço para mobilizar os profissionais da unidade a aderirem à campanha de higienização das mãos (Meta 5 do Manual de Segurança do Paciente - Anvisa/MS). Intitulada “Marque dois pontos - higienize suas mãos” a campanha, iniciada no dia 29/09, promoveu a instalação de dispensadores com álcool gel ao lado dos aparelhos de ponto eletrônico, localizados no saguão do prédio principal do hospital.

“Para o profissional de saúde a higienização das mãos é mais do que uma recomendação, é uma obrigação. Tanto para se proteger de uma possível infecção, quanto para garantir a segurança dos pacientes”, afirma Pedro Cirilo, diretor do HFL.

O coordenador do setor Lagoa Voluntário, Paulo Cerdeira Campos, conta que a ideia ganhou forma em uma conversa com um dos voluntários. “Estava com o nome e a ideia da campanha na cabeça e comentei com o voluntário Paulo Bogossian, cuja filha trabalha como designer. Ela se encarregou da arte e indicou o profissional que confeccionou e aplicou os adesivos, sem cobrar a mão de obra. Então, solicitamos à direção a instalação dos dispensadores de álcool gel, já disponíveis no hospital”.

“Os relógios de ponto também podem ser difusores de infecção hospitalar. São pelo menos quatro marcações por dia de cada funcionário. Já que é obrigatório marcar o ponto, então, porque não higienizar as mãos durante o processo? Pensando assim, criamos um ‘cenário’ de conscientização e prevenção de infecção hospitalar”, explica Paulo Cerdeira.

A Técnica de Enfermagem do HFL, Patricia Rosa Rodrigues, aprovou a iniciativa. Para a servidora, a ideia da campanha funciona como uma permanente lembrança da responsabilidade compartilhada por todos os funcionários do hospital. “Achei o design criativo, bem humorado e super pedagógico. O local é estratégico, na entrada principal do hospital. Não há como passar despercebido. Nos lembra deste gesto tão simples e fundamental. Ponto para a equipe do setor Lagoa Voluntário!”

Segundo a OMS, a higienização adequada das mãos por parte dos profissionais de saúde poderia reduzir em 50% as mortes decorrentes de infecções hospitalares e em cerca de 70% o contágio. [Fonte: Blog da Saúde]
Foto relacionada à divulgação 

Ação Infância e Vida do Banco do Brasil tem Dia D

Mobilização visa fortalecer as instituições que apoiam crianças e adolescentes com câncer e estimular o diagnóstico precoce da doença

O próximo dia 30 será o “Dia D” da campanha Ação Infância e Vida, que visa mobilizar a sociedade para incrementar as doações às instituições de apoio a crianças e adolescentes com câncer. A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Banco do Brasil e a Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência às Crianças e Adolescentes com Câncer – CONIACC. Neste dia, as 53 instituições filiadas realizarão atividades para chamar a atenção da sociedade para a causa.

A ação, que está no terceiro ano, é uma das mais importantes do país para a divulgação de informações sobre os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil e seu diagnóstico precoce. Tem ainda o intuito de fortalecer o sistema de apoio e assistência à criança e ao adolescente com câncer em todas as regiões do Brasil.

A campanha Ação Infância e Vida ocorre desde o dia 15 de agosto e se encerra no próximo dia 31. Os interessados podem participar doando valores monetários para a CONIACC ou trocando pontos Dotz e “Ponto pra Você” e “Ponto pra sua Empresa” – através da Livelo, que serão convertidos em doações.

A cada 1 milhão de Dotz doados, serão repassados 10.000 à CONIACC. Doações em valores monetários podem ser feitas através da conta da CONIACC no BB –Agência: 2870-3 – Conta Corrente: 33.000-0.

Em 2016 a Ação Infância e Vida arrecadou cerca de R$ 1 milhão, resultados de repasse de pontos e doações em dinheiro. O total foi distribuído entre a CONIACC e suas 53 filiadas em todo o Brasil.

“Estamos chegando à reta final da campanha e esperamos mobilizar a sociedade com a realização do ‘Dia D’ para incrementarmos a arrecadação, de modo que as instituições que dão suporte às crianças e os adolescentes com câncer possam melhorar a sua estrutura, como aquisição de equipamentos, reforma e compra de medicamentos”, aponta Rilder Campos, presidente da CONIACC.

Mais detalhes da ação Infância e Vida: bb.com.br/infanciaevida

As doações podem ser realizadas através do link:


Os três eixos de atuação da Ação Infância e Vida

1. Doação de recursos financeiros às instituições filiadas, através da CONIACC;
2. Educação para o diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil;
3. Mobilização do Voluntariado BB para atuação junto às Casas de Apoio.

Sobre o câncer infantojuvenil

Apesar de o câncer ser raro em crianças, é a causa de morte mais frequente na faixa etária de 01 a 19 anos, depois de acidentes e doenças infecciosas. Estima-se que ocorrerão cerca de 12.600 novos casos de câncer em crianças e adolescentes no país em 2017.

Porém, o tratamento da criança com câncer é um dos maiores exemplos de sucesso nas últimas décadas. A cura apresentou um giro de 180 graus, passando de 80% de taxa de mortalidade para 80% de taxa de cura.

No entanto, a taxa de cura no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), é aquém do almejado. Um dos fatores que contribuem para isso é o diagnóstico tardio.

“Uma criança, quando tem a doença diagnosticada precocemente, pode ser tratada com a possibilidade de ter menos sequelas e mais qualidade de vida, por isso é tão importante a família ficar alerta a sinais e sintomas que podem ser câncer e procurar um médico”, alerta Teresa Fonseca - presidenta da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE).

Sinais e sintomas

Palidez progressiva, dor óssea, nas articulações, inchaço que provocam dificuldades de andar, manchas roxas ou sangramentos que não são de traumas - principalmente nos membros inferiores e superiores - e febre prolongada que deixa a criança em condições apáticas, são alguns dos sinais e sintomas aos quais pais e responsáveis devem ficar atentos.

Dores de cabeça diárias matutinas acompanhadas de vômito, alterações no equilíbrio, na visão, no andar, convulsões, presença de ínguas frequentes, perda de peso importante, assim como a criança que só quer ficar deitada, também podem sinalizar que algo não vai bem. “Diante desses sintomas é importante que a criança seja avaliada por um médico”, reforça Teresa Fonseca.

Sobre a CONIACC

A Confederação Nacional das Instituições de Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer - CONIACC representa as organizações de apoio à criança e ao adolescente com câncer espalhadas por todo o Brasil. Atualmente conta com 53 filiadas.

A CONIACC propõe uma nova abordagem do papel das Instituições de Assistência às Crianças e Adolescentes com Câncer, ancoradas por uma visão de futuro, reconhecendo a responsabilidade de sua liderança em proporcionar melhor qualidade de vida e dignidade, minimizando a dor e o sofrimento dos pacientes portadores de câncer infantojuvenil.

A CONIACC possui um propósito bem definido: estimular e apoiar, através de uma rede de ações em todos os níveis da sociedade, um olhar mais sensível para a criança e o adolescente portadores de câncer e suas famílias.
Assessora de Comunicação
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Pesquisadores apresentam relações entre Marte e o semiárido

Projetos da UFRN exploram como as tecnologias para assentamento no planeta vermelho podem ser aplicadas em regiões áridas do RN

Mesmo distante em média 220 milhões de quilômetros da Terra, Marte desperta fascínio em pesquisadores que estudam como habitar o desértico planeta vermelho. As tecnologias resultantes são perfeitamente aplicáveis em territórios mais próximos do que se imagina, inclusive no semiárido potiguar. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), existem projetos dedicados a pesquisar relações entre esses dois lugares tão distantes fisicamente, que serão discutidas no seminário “Marte e o semiárido” nesta segunda-feira, 23, às 19h, no auditório da Reitoria.

Inserido na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, o evento será aberto pela palestra “O que faz um planeta habitável”, em que o professor do Departamento de Física da UFRN, José Dias do Nascimento Júnior, dará destaque às suas pesquisas e às diferenças entre Terra e Marte. Já o professor do Departamento de Engenharia de Produção da UFRN, Júlio Rezende, apresentará o “Projeto Marte: oportunidades de pesquisa sobre habitats em Marte e o semiárido”, oportunidade em que falará sobre a expedição na estação de pesquisa do deserto de Utah, nos Estados Unidos, da qual será comandante entre os dias 4 e 19 de novembro.

Serão duas semanas de imersão no Mars Desert Research Station, ambiente similar a Marte onde a equipe formada ainda por três peruanos e um norteamericano usará traje espacial para exploração do terreno local, divisão de tarefas de manutenção da estrutura, pesquisas individuais e produção do próprio alimento. Segundo o professor, a vivência será importante para conhecer as tecnologias adotadas em Utah que podem ser aplicadas na confecção de equipamentos para o Habitat Marte da UFRN, a primeira estação de pesquisa do hemisfério sul com simulação de uma experiência no planeta vermelho.

As inscrições para o seminário devem ser realizadas no link https://goo.gl/eF5usg.

Habitat Marte

Montado no município de Caiçara do Rio do Vento, a 100 quilômetros de Natal, o Habitat Marte ocupa uma estrutura de 56 m² dentro do Núcleo de Pesquisa em Engenharia, Ciência e Sustentabilidade do Semiárido (Nupecs). A ideia é criar uma estação autossustentável, na qual os habitantes irão reutilizar a água, produzir a própria comida em uma estufa e até mesmo a energia que será consumida. Tais invenções podem se transformar em soluções para o semiárido, que assim como Marte sofre com a escassez de recursos. O Mars Lab, do Laboratório de Sustentabilidade da UFRN, já trabalha nessa direção com estudos voltados não apenas ao espaço, mas também à criação de tecnologias sociais aplicáveis no sertão potiguar.

Atualmente, o grupo trabalha para desenvolver um microssistema de tratamento de água e esgoto, além de uma roupa com módulo autônomo de resfriamento sustentável para uso dos astronautas do Habitat Marte. A primeira tripulação do projeto participará da simulação durante 48 horas, de 8 a 10 de dezembro. Quem deseja participar da expedição pode se inscrever até 25 de outubro para a seleção da equipe, cujo edital oferta três vagas destinadas a professores, estudantes e pesquisadores de qualquer área de atuação. A escolha será realizada dentro de critérios como disponibilidade, motivação, interesse em reciclagem e no tema espaço/Marte. Outras informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no edital, acessado em https://goo.gl/kygW7y.

O Habitat Marte tem como principais objetivos estimular, apoiar e promover a educação espacial, a pesquisa sobre sustentabilidade em Marte e no semiárido, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias, assim como a transformação de ideias em produtos no campo das engenharias. De acordo com Júlio Rezende, existem demandas para cursos de outras áreas, em virtude de necessidades como a preparação física dos astronautas antes das missões, a elaboração de um cardápio alimentar durante a simulação, o saneamento local e a instalação de antenas. [AscomReitoria/UFRN]

Fotos: Divulgação NASA/Cícero Oliveira

Artigo Casa Durval Paiva: Pacientes hematológicos viajam pelo mundo digital

Por Mayckon Dantas
Analista de TI - Casa Durval Paiva

A tecnologia está cada vez mais presente na vida de crianças e adolescentes, recurso que vem sendo introduzido nas realizações de atividades, por conseguir abranger as mais diversas possibilidades, comunicar, divertir ou interagir socialmente, ou ainda como suporte para atividades escolares. Para adolescentes e crianças em tratamento hematológico o contato com o computador é mais que uma ferramenta que pode ser usada durante o tratamento, é uma oportunidade de aprendizado, já que o conhecimento adquirido com a ferramenta pode ser levado para toda a vida e usada em aproveitamento de suas oportunidades profissionais, sem contar na oportunidade de retirar um pouco da atenção sobre sua rotina de tratamento, na possibilidade de interação social, facilitando em muitos aspectos a vida do paciente.

Vemos esta realidade no convívio com os pacientes hematológicos da Casa Durval Paiva, que, através deste recurso facilitador de interação com o mundo digital, utilizam o computador e a internet como ferramenta de auxilio nos estudos e melhor aproveitamento dos conteúdos temáticos, ministrados durantes as aulas de inclusão digital.

Para muitos pacientes, oriundos do interior do Estado, a experiência de acessar um computador e a internet é inédita e muito proveitosa, já que nunca tiveram contato com o computador e agora podem sentir o poder dessa ferramenta, a capacidade de aumentar seu aproveitamento escolar, sem contar nas sensações lúdicas e prazerosas que podem ser proporcionadas durante o seu uso.

O recurso da inclusão digital quando utilizado de forma correta é de extrema importância, para auxiliar no desenvolvimento dessas crianças e adolescentes, inserindo eles no universo das tecnologias e informações, pois no mundo globalizado todas as coisas vêm convergindo para a era digital. Ação simples, que abre novos caminhos para eles pois, neste momento, estão com uma ferramenta que pode trazer informação, conhecimento e comunicação vinda de todos os países do mundo.

Durante o processo de acolhimento e tratamento dos pacientes hematológicos a informática esta envolvida, através de vários aspectos, inclusive na formação de sua cidadania digital. A maior realização desse trabalho é manter as pessoas informadas, com uma comunicação melhor e mais rápida, possibilitando assim novas escolhas e rumos a serem seguidos.
Assessoria de Comunicação
Casa Durval Paiva
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