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domingo, 18 de maio de 2025

Novo Bispo de Caicó recebeu ordenação sacerdotal e posse será em junho na Catedral Sant’Ana da Diocese


 O novo bispo de Caicó (RN), Dom Antônio Ranis recebeu ordenação sacerdotal na noite deste sábado, 17 de maio,  na Igreja Matriz do Santíssimo Redentor (onde é pároco), em Arapiraca, Alagoas, e no próximo dia 14 de junho toma posse na Catedral de Sant'Ana, como pastor da Diocese de Caicó (RN), no Seridó potiguar.

Nomeação: 

No dia 14 de fevereiro de 2025, o sergipano e missionário redentorista Antônio Ranis Rosendo dos Santos, 51 anos, foi nomeado pelo Papa Francisco como Bispo de Caicó. 

Redentorista em Natal


O missionário redentorista, padre Antônio Ranis atuou na capital potiguar em dois períodos: 
Entre 2006 e 2007 como vigário e de 2015 a 2018 como pároco, ambos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Morro Branco.  

Vacância 

A Diocese de Caicó está vacante há pouco mais de um ano, desde abril de 2024, quando o então bispo, Dom Antônio Carlos Cruz Santos foi transferido para Petrolina, em Pernambuco.

Desde o 1º bispo, Dom José Delgado, nomeado em 1941, Dom Antônio Ranis torna-se o 8º bispo da Diocese de Caicó que foi criada há 86 anos.

- Confira Trajetória de Dom Antônio Ranis aqui na página da CNBB  

Vídeos reproduzidos do Blog da jornalista Wllana Dantas

e do Blog de Marcos Dantas 


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sexta-feira, 28 de março de 2025

IMD prepara nova fase de programa especializado em Cidades Inteligentes

 Smart Metropolis 3.0 aposta em parcerias e expansão de ações para melhorar cidades brasileiras

O Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (IMD/UFRN), está se preparando para lançar a nova fase do seu programa de Cidades Inteligentes, o Smart Metropolis 3.0. Com foco em desenvolver e implementar soluções tecnológicas inovadoras para otimizar a gestão urbana, o programa aposta em expandir, a partir de junho deste ano, parcerias e promover cidades em espaços mais conectados, inteligentes e sustentáveis.

Para isso, a nova etapa do programa visa fortalecer, dentre outras ações, tecnologias capazes de trabalhar de forma integrada. Isso acontece, por exemplo, por meio de sistemas tecnológicos capazes de considerar dados de diferentes temas ao mesmo tempo, como infraestrutura urbana, mobilidade, sustentabilidade e segurança.

“Cidades Inteligentes não são feitas sem interoperabilidade. Soluções de Inteligência Artificial, por exemplo, não conseguem fazer predições sem considerar dados oriundos de sistemas que conversam entre si. É aí que entra essa nova fase do Smart”, conta Frederico Lopes, professor coordenador do Smart Metropolis.

Smart 3.0

O lançamento da fase 3.0 deve render ao IMD um salto significativo, a ponto de consolidar o Smart Metropolis como uma referência nacional em pesquisas, desenvolvimento e promoção das smart cities brasileiras.

Para isso, a nova etapa tem como principal objetivo intensificar parcerias estratégicas, além de colocar a interoperabilidade no centro das ações. Hoje, segundo Frederico Lopes, o programa do IMD é o que mais tem gerado soluções aplicadas em contextos reais de gestão em todo o Brasil.

"E nosso foco é aumentar a escalabilidade das soluções e garantir que elas possam ser adaptadas e aplicadas por diferentes municípios, com ênfase na interoperabilidade. A ideia é criar cidades mais inteligentes, sustentáveis e conectadas, beneficiando diretamente os cidadãos", afirmou Lopes.

Resultados

Desde sua criação, o Smart Metropolis tem apresentado resultados significativos. Na fase 1.0, iniciada em 2015, o programa já se concentrava na criação de soluções independentes e aplicáveis ao contexto de Cidades Inteligentes, baseadas em demandas reais de entidades parceiras.

Essas primeiras iniciativas ajudaram a estabelecer as bases para a etapa seguinte, quando o Smart Metropolis deu um passo importante ao associar-se à Fundação Fiware – cuja plataforma open source é utilizada em países de todo o mundo. Hoje, a plataforma é a ferramenta central do desenvolvimento tecnológico desenvolvido no Smart Metropolis.

“A Fiware é como se fosse um Linux das cidades inteligentes. Mas o que não conseguimos ainda é ter vitrines, cases de sucesso aqui no Brasil, com prefeituras utilizando Fiware de modo a realmente integrar as soluções. Então a nossa proposta para a nova fase é esta: promover esse uso e disseminar Fiware em todo o Brasil, como acontece já em outros países”, conta Lopes.

iHub Fiware

Ainda segundo o coordenador do Smart, esse trabalho deverá ser feito por meio de um iHub Fiware – iniciativa do IMD (a única em atividade em todo o Brasil) que deverá concentrar uma série de ações para a troca de conhecimento e desenvolvimento de novas soluções no âmbito das smart cities.

Isso acontecerá por meio da colaboração entre instituições acadêmicas, empresas e gestores públicos, aos quais o iHub oferecerá uma série de ações, como eventos, conferências, cursos, treinamentos, entre outros benefícios.

Embora já tenha sido instalado e iniciado suas operações na sede do IMD, no Campus Central da UFRN, o Smart Metropolis Fiware iHUB deverá ser inaugurado oficialmente na metade deste ano.

Assessoria de Comunicação do Instituto Metrópole Digital/UFRN

Imagem relacionada à divulgação


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