O revolucionário nove de julho na história de um pai, Parabéns Maria Fernanda, Feliz Aniversário e Paz!
Ainda insisto que não mereço tanto, por mais que me soe da mais pura paz e responsabilidade, ser chamado de pai. Sem comparação, painho. Pai, painho, não há tamanho carinho!
Foi assim que você, Maria Fernanda, entrou em minha vida, adotando-me painho. Conspiradamente, de fininho, sem protelação nem pretensão, o universo se modelou ao juiz da consciência, num processo de causas sem efeitos, princípio sem fim.
Nesse intermédio, enfim, ser pai. Pai? Paz!
Imagens arquivo pessoal com ajuda de IA
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