Publicação está à venda na Banca de Tota na Afonso Pena e na Banca Atheneu
Segundo o autor, o principal propósito do livro é convidar o leitor para experienciar o período mostrado pela obra, fazendo-o reviver momentos junto com o jornalista.
“A obra não é apenas mais um resgate saudosista, como se o presente nada tivesse de bom. Nada disso. São crônicas que têm a intenção de trazer aos leitores momentos vividos por mim, outros que eu gostaria de ter vivenciado, além de relembrar pessoas e situações marcantes na minha vida”, explicou.
“Mostrar um pouco como era a convivência antigamente. Sem frescuras, mais tolerante e a amizade era o mais importante. São crônicas sobre a minha vida, engraçadas, com muito amor. Claro que tem recordações de momentos não tão bons, mas a finalidade é essa: que bom seria se vivêssemos daquele jeito”, detalha.
Em um trecho do livro, ele comenta as dificuldades enfrentadas no mundo novo e como sua época era diferente: “O mundo ficou sem graça, chato, enfadonho, esnobe e cheio de frescuras. Não quero este mundo. Não pense, caro amigo, que vai ser mais um papo sobre saudosismo…”.
O livro pretende destacar a importância da memória para um projeto de país. Sobre o tema, Minervino brinca e cita um clichê muito comum: “Um país sem memória é fadado a não ter futuro”, disse.
No prefácio, a Dra. Ione Salem expõe um pouco desse sentimento: “Há livros que nos fazem pensar, outros que nos fazem lembrar — este faz os dois. “Quero Meu Mundo de Volta” é uma travessia feita de memória, poesia e paixão. É como uma canção antiga que começa a tocar e, antes mesmo da primeira estrofe, já nos rouba um suspiro”.
Na visão do professor Manoel Cavalcanti Neto, engenheiro, pesquisador, escritor e ex-membro do IHGRN e convidado a fazer a apresentação/orelha: “Minervino nas suas crônicas nos leva ao passado, de forma simples, leve e agradável. Assim vamos percebendo similaridade com fatos e causos que aconteceram na nossa infância e juventude, relembrando pessoas e lugares”.
O lançamento do livro ocorreu na última quinta-feira, 16 de abril, no Temis Bar, na sede social do América, no Tirol, em Natal, mas a obra está à venda na Banca de Tota, na Afonso Pena, ou na Banca Atheneu, em frente ao Colégio Atheneu.
Minervino Wanderley
Minervino Wanderley nasceu em Natal, mas sua família é de origem assuense. O escritor tem 72 anos e trabalhou 25 anos no Banco do Brasil. Logo em seguida, saiu para realizar seu sonho: ser jornalista.
Minervino é descendente de uma família de escritores, Palmyra Wanderley, Segundo Wanderley, Sandoval Wanderley, entre outros.
Foto por Canindé Soares para divulgação do lançamento
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