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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Escritor e filósofo defende uso das redes sociais e que precisamos nos adaptar às novas tecnologias

Texto enviado por MF Press Global
Consultoria, comunicação, assessoria de imprensa e artística

Após a publicação de uma coluna em um jornal que fala sobre pessoas que criticam as redes sociais, o escritor, filósofo, assessor de imprensa e jornalista Fabiano de Abreu, dono da MF Press Global, decidiu opinar sobre o tema. Na coluna, o jornalista conta uma história criada por ele em que um sujeito, adverso ao novo modo de interação, tenta agir na "vida real" do mesmo modo como ele faria na virtual e acaba conseguindo apenas "três amigos"; dois policiais e um psicólogo, uma analogia à loucura que seria recriar o modo de se socializar com as pessoas na realidade da mesma maneira que seria nas redes sociais apenas para "fugir" da nova tecnologia.

Pensando nisso, Fabiano fez questão de concordar com o autor do texto e ressaltar pontos que acha importante no debate. "Não acho correto tentar combater a rede social ou culpá-la pelos problemas ocasionados por ela. Temos que entendê-la, adaptarmos e buscarmos leis e meios para que ela não prejudique. Não podemos simplesmente lutar contra algo que já está incorporado na cultura universal. Acredito que devemos ver o lado bom de tudo. Saber dividir o tempo e impor limites próprios. Posta a vida pessoal quem quiser, não acho ruim passar um pouco de nossa vida ao mundo, o ser humano não nasceu para viver sozinho e a vaidade por menor que seja, faz parte de nossa cultura", explica o jornalista.

Ele pondera, entretanto, a importância do usuário ter noção do que está exibindo na web e manusear bem o modo como a publicação do material é feita. "Saber o que e como postar, saber o que escrever, respeitar as pessoas e as leis, saber se portar, tudo isso exige talento e caráter. Podemos ver a rede social como um ótimo teste de caráter para avaliação de conduta das pessoas com quem convivemos. Sobre dependência não podemos deixar com que ela nos torne viciados nela, se não separarmos vira uma enfermidade que só quem cura é médico", finaliza o filósofo.
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