A respeito de postagem
anterior de autoria do jornalista Luiz Gonzaga Cortez, ele comenta:
“Analisando melhor, creio que a expedição da Fundação Rampa e o trilheiros da
"Rapaziada Potiguar" estiveram no local e mexeram no pesado marco
para examinarem a sua origem e as inscrições em um lado do objeto de 1.15 cms
de altura, que pertenceu ao Serviço Geral de Heliografia do Exército, no
período da II Guerra. Para tirar o marco do Morro do Navio será necessário um
possante trator, pois o acesso é por trilha nas dunas. O acesso é fácil a pé e
com motocicletas. Marco é histórico e pesa mais de 500 quilos.”
Falhas na concessão de direitos a servidores podem custar R$ 256,8 mi
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Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE/RN) identificou
que falhas e atrasos na concessão de direitos funcionais a servidores
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